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29
DE setembro
DE 2014

Fala, professor! Treinadores analisam a 25ª rodada do Brasileirão

postado por Marcondes Brito em Futebol

29
DE setembro
DE 2014
22

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“São lances difíceis [o gol anulado do Goiás]. Tem um cara ali, auxiliar adicional, mas é difícil. Às vezes o bandeira está na linha errada também. Lamento muito que tenha acontecido contra o Goiás, conheço as pessoas de lá, mas poderíamos ter saído com outro resultado contra o Sport por erros também. A gente lamenta muito, entende que há situações complicadas no futebol. Infelizmente aconteceu mais algum erro. A gente não ve maldade, vê erros que infelizmente acontecem. É extremamente complicado”, Enderson Moreira (Santos).

“É o inesperado, a situação que contraria, faz com que você saia de uma partida como essa sem conseguir explicar, sem encontrar um motivo. O Palmeiras vinha muito bem, não havia sofrido uma jogada de perigo. O Palmeiras tinha posse de bola, chegava primeiro na maioria das jogadas… Acabamos tomando uma virada que só o futebol proporciona, difícil de explicar e de assimilar. O Palmeiras merecia sair com sorte melhor”, Dorival Júnior (Palmeiras).

“O Cruzeiro, em qualquer competição que está disputando, entra com a perspectiva de conquista, porque é um grande clube, tem tradição na Copa do Brasil, tem tradição no Campeonato Brasileiro. E planejamos um elenco que pudéssemos dar condição de disputar duas competições, e também porque as outras equipes, em sua maioria, disputam também outras competições, ou Série B ou Série A, e vai ter dificuldade para todo mundo”, Marcelo Oliveira (Cruzeiro).

“A diretoria está presente, sim. O Gottardo (gerente técnico de futebol) está diariamente no clube conosco. Já falei umas 28 vezes que há um desgaste grande em função da falta de pagamento dos salários, mas não quero voltar neste assunto. Não ouvi a entrevista do Jefferson, mas o momento é de contar com todas as forças. O Botafogo vai sair da situação com a ajuda de comissão técnica, funcionários, jogadores, torcida e imprensa, que tem um peso importante nisso tudo. A situação fica mais delicada a cada derrota. Também é preciso entender a declaração de um jogador que saiu derrotado e está de cabeça quente. O Botafogo é feito por muitos, e precisamos de todos”, Vagner Mancini (Botafogo).

“O Corinthians jogou melhor que o Atlético, foi imensamente melhor no primeiro tempo, tanto que o torcedor está vaiando a equipe (rubro-negra) porque o Corinthians tinha o controle do jogo, mas com seu defeito, que é o de concluir pouco ao gol. Quem pegar apenas o compacto vai achar que o Atlético jogou melhor porque criou mais. Quando se joga melhor, tem de criar mais chances de gol, só assim pode fazer o gol. Esse foi um jogo diferente de quarta-feira (em Florianópolis, contra o Figueirense), jogamos bem como equipe, faltou criar com qualidade e definição para fazer os gols”, Mano Menezes (Corinthians).

“Não é uma final [o confronto com o Cruzeiro]. Se eu perder, ficarei 9 pontos atrás deles de novo. Já estive 11. Se empatar vai seguir em 6, se vencer vai a 3. E teremos muitos jogos pela frente. Não vou botar este peso no meu time. Ganhar deles e não ganhar os outros jogos não adiantaria nada. Conversamos muitos sobre estes últimos jogos. Sempre falamos que o próximo jogo tinha que ser o mais importante para corresponder ao esforço feito anteriormente. Eles [jogadores] também não vão pôr este peso em campo. Vai ser um grande jogo, uma honra participar de um primeiro contra segundo. Contra um grande time, mas que também enfrentará um grande time, que é o nosso”, Abel Braga (Inter).

“Conseguimos marcar os gols que nos deram os três pontos. Jogamos uma partida muito boa. Igualamos o que tínhamos feito contra o Fluminense. Isso vem seno uma tônica da nossa equipe. Melhoramos a cada dia. Temos algumas deficiências, que são normais. Mas hoje aproveitamos as chances principalmente no segundo tempo e o resultado mostra o que foi o jogo”, Felipão (Grêmio).

“Não é anormal perder para o Bahia aqui. Acho que eles mereceram o resultado. Finalizaram menos, mas com eficiência. Sofremos dois gols por erros de posicionamento. O nosso segundo tempo foi melhor, mas o Bahia foi superior no contexto geral”, Luxemburgo (Flamengo).

“Nós temos um aproveitamento até bem razoável, nos três últimos jogos fizemos três gols e hoje mais dois. Mas temos que considerar também o nível de oportunidades e poderíamos ter feito mais gols. Neste momento o Tardelli é decisivo, a participação dele tem sido muito contundente, tem feito gols em quase todos os jogos. Ele está com os números e jogando bem. É um prazer vê-lo jogando porque é muita técnica, muita habilidade e definição. Está definindo os lances, é muito agudo, isso pode ajudar o Atlético e a seleção brasileira”, Levir Culpi (Atlético-MG).

“A grande dificuldade nossa era neutralizar a movimentação e troca rápida de passes do São Paulo no ataque, que é o que eles têm de melhor. Depois de um período de dificuldades conseguimos controlar o jogo, ter a posse de bola. Conseguimos isso e merecemos a vitória. Eu não achei o primeiro tempo apagado. Tínhamos que controlar o ímpeto do São Paulo. Sabíamos que seriamos pressionados, e a equipe foi posicionada para isso. Conseguimos, sofremos um pouco até os 20min e depois passamos a controlar o jogo. Sabíamos que tínhamos que fazer isso e controlar a bola. No segundo tempo fomos ainda melhores”, Cristovão Borges (Fluminense).

28
DE setembro
DE 2014

Na arte de decepcionar, São Paulo e Corinthians nunca decepcionam

postado por Marcondes Brito em Futebol

28
DE setembro
DE 2014
30

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Três ou quatro rodadas atrás, o São Paulo e o Corinthians eram potencialmente equipes que ameaçavam o líder Cruzeiro. Mas, nada como um dia atrás do outro. Os dois acumulam uma sequência de vexames e agora correm o risco até de perder uma vaga no G4.
O São Paulo, que ontem tomou um banho de bola do Fluminense, estacionou nos 43 pontos e não ganha de ninguém há quatro rodadas. Exatamente depois daquela vitória memorável sobre o Cruzeiro, o time do “quadrado mágico” perdeu do Coritiba, do Corinthians e do Flu, e empatou com o Flamengo.
O Corinthians, que hoje caiu na Arena da Baixada, deu outra exibição horrorosa. É incompreensível que uma das equipes mais caras e bem pagas do País tenha o “chutão” como única estratégia de ataque.  Em quatro jogos, foram três derrotas (Fla, Figueirenese e Atlético-PR) e um empate (Chapecoense).
Exceto por aquela vitória sobre o São Paulo (talvez a sua melhor exibição este ano), o Corinthians também não decepciona na “arte de decepcionar”.

24
DE setembro
DE 2014

Cruzeiro deve a sua liderança aos vacilos de S.Paulo e Corinthians

postado por Marcondes Brito em Futebol

24
DE setembro
DE 2014
57

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Os números dizem que o Cruzeiro é o melhor time do Brasil: foi campeão de 2013 e dificilmente será alcançado em 2014. Mas é preciso levar em conta que o time mineiro tem contado com a substancial ajuda de alguns dos seus concorrentes – como o São Paulo e o Corinthians – que se especializaram, este ano, em “entregar os pontos” em jogos em que não poderiam vacilar.
O Cruzeiro tem 49 pontos, sete a mais que o São Paulo e nove a mais que o Corinthians. Entretanto, os dois representantes do futebol paulista poderiam estar no topo da classificação, se não fossem esses resultados abaixo:9b4b806c74dbb2fe296ae47691d2838bObserve que São Paulo e Corinthians deixaram de ganhar, cada um, 15 pontos. Ou seja, poderiam estar neste momento com mais de 50 pontos. Outro detalhe: no confronto direto com o líder Cruzeiro, o São Paulo empatou no Mineirão (1×1 na 2ª rodada) e ganhou no Morumbi (2×0 na 21ª rodada). O Corinthians ganhou no Itaquerão (1×0 na 8ª rodada) e voltará a enfrentar a Raposa dia 8 de outubro, em Belo Horizonte.
Ainda restam 14 rodadas para terminar a temporada e – por motivos óbvios – nada parece deter o Cruzeiro. O principal deles é a regularidade do time mineiro. Mesmo depois de perder para o Atlético-MG, no clássico do fim de semana, certamente vai continuar a sua caminhada sem perder pontos para times pequenos. Bem ao contrário do São Paulo e do Corinthians.

22
DE setembro
DE 2014

Fala, professor: treinadores comentam a 22ª rodada do BR-14

postado por Marcondes Brito em Futebol

22
DE setembro
DE 2014
36

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“Paciência. É difícil pedir paciência, mas nós vamos sair dessa situação. Mesmo com tamanha dificuldade e com as derrotas, nós vamos trabalhar e sair dessa situação. O profissional precisa estar preparado, precisa aprender com as dificuldades. Só assim existe um crescimento. Eu tinha que fazer (as três mudanças). Eu precisa de uma mexida para mudar a postura do time. Mas tomamos o quinto gol logo de cara. A partir daí tentamos colocar a bola no chão e mudar o jogo”, Dorival Júnior (Palmeiras).

“O Flamengo teve uma proposta de jogo e nos mantivemos em cima dela o jogo todo. Conseguimos o gol. Acho que o gol do Fluminense foi irregular. O Fred acho que empurra o Chicão, e também não foi falta do Cáceres. Coisa que se deve ter a preocupação. Erros e acertos fazem parte, não a campanha. Em um lugar onde tem 40 pontos de audiência, começa a falar que o Flamengo é favorecido, é complicado… O que existe é erro e acerto para todas as equipes. São coisas que discutimos todos os anos”, Vanderley Luxemburgo (Flamengo).

“A busca é essa, primeiro passo é chegar na zona de Libertadores, temos condições. Se conseguirmos encaixar duas vitórias, chegamos lá. Estamos andando pouco, empatamos muito nas últimas rodadas, tivemos derrotas. Por isso nos distanciamos, alguns encostaram. Nosso objetivo é dar um grande salto”, Cristovão Borges (Fluminense).

ac16d397a242ab6eed5ee33ef43d96c2“Precisa decidir o jogo. O gol é a essência do jogo. O adversário chegou pouquíssimas vezes e fez. O jogo, da forma que começou, se o Cruzeiro bota a bola para dentro, poderíamos fazer um placar mais ampliado. Foi um castigo em função de tudo o que fizemos. É merecido quem vai lá e bota a bola para dentro”, Marcelo Oliveira (Cruzeiro).

“Não tem momento melhor para vencer. Mineirão lotado e o Atlético com muita garra, como é nossa característica, assim como o Cruzeiro tem mais técnica. Mas prevaleceu nossa velocidade e objetividade. É uma vitória que nos coloca no campeonato”, Levir Culpi (Atlético).

“É bom ver os outros chorarem um pouquinho também. A gente já chorou bastante esse ano. A opinião dos outros a gente sempre respeita, já que sempre peço que respeitem a minha. Embora não tenha visto lances para me posicionar se está certo ou errado. Talvez, na segunda ou terça-feira, eu possa responder. Os árbitros erram e acertam, a favor e contra”, Mano Menezes (Corinthians).

“O pênalti desestabilizou. Claro que deveria jogar melhor, mas ficou muito nervoso, não pode entrar nessa pilha. Viemos para jogar, não guerrear, porque assim ganha o jogo, perde. Mas o jogador fica nervoso, eu também ficava, não tanto assim, mas perde a cabeça mesmo. Por mais que você peça… Mas o primeiro pênalti desestabilizou, aí começou a discutir e você não joga”, Muricy Ramalho (São Paulo).

“É evidente que a gente quer ganhar sem dar chance para o adversário, mas não é assim. Tivemos uma derrota contra o Sport, mas jogamos melhor, fomos prejudicados pela arbitragem. O mais importante agora é ganhar”, Enderson Moreira (Santos).

“Estou muito satisfeito pela forma que aconteceu. Foi uma equipe que teve que jogar feio no primeiro tempo. Não fizemos a mínima cerimônia de jogar feio. Eles usaram bem o fator chuva, a bola não corria mais. A alma foi espetacular no segundo tempo, sem a chuva, com a bola rolando melhor. A não ser em bola parada que eles tiveram alguma situação. Tivemos o gol e outras duas situações”, Abel Braga (Inter).

“Foi no sufoco porque criamos este sufoco. Tivéssemos nós aproveitado as oportunidades, não sei se não foi o melhor primeiro tempo em casa, se tivéssemos aproveitado as quatro ou cinco chances vivas, teríamos uma situação mais tranquila”, Felipão (Grêmio).

21
DE setembro
DE 2014

Clássico do Mineirão deve superar público de S.Paulo e Rio

postado por Marcondes Brito em Futebol

21
DE setembro
DE 2014
43

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0a9ff24579290f9ba08d32f4f3f1548fNeste domingo de grandes clássicos pelo Campeonato Brasileiro, haverá uma outra disputa em jogo: quem vai levar mais público para as arquibancadas? As atenções estarão especialmente voltadas para o Mineirão, o Maracanã e o Itaquerão.
A rivalidade e o jejum de vitórias do Cruzeiro em partidas diante do Atlético-MG apimentam o clássico de Minas Gerais. O líder do Brasileirão não vence o seu grande rival há seis jogos (4 empates e 2 vitórias do Galo). Mais de 55 mil ingressos já foram vendidos antecipadamente, o que garante o recorde de público.
No Rio de Janeiro, o Flamengo divulgou na sexta-feira que 28 mil ingressos foram vendidos antecipadamente. A carga para o clássico é de 56.604 ingressos.
O clássico do Itaquerão – até pela própria capacidade do estádio – não terá condições de competir com esses dois outros jogos. No fim da tarde deste sábado, o Corinthians anunciou que já venceu 33 mil ingressos. Assim, a tendência é que Corinthians também bata seu recorde de público na nova casa. Até aqui, o recorde pertence à partida entre Corinthians e Botafogo, disputada na nona rodada, que uniu 37.119 pagantes, em junho. Na ocasião, porém, as arquibancadas provisórias, que agora estão sendo retiradas, faziam parte do estádio. Desde a Copa, a melhor audiência foi no jogo contra o Fluminense: 34.889 pagantes.
Enfim, o BR-14, com as novas arenas projetadas para a Copa do Mundo, caminha para um 9431791cb5de8d3012db8c3e77151ceacrescimento de 7% na média de público em relação à temporada passada.
Mesmo assim, o Brasileirão permanecerá atrás de China e Japão e das segundas divisões da Inglaterra e Alemanha, segundo levantamento da Pluri Consultoria. A Europa domina com folga o ranking dos 20 campeonatos com melhor média de público do Mundo. São europeus os quatro primeiros colocados, e seis dos 10 maiores.
7×1 pra eles outra vez.

18
DE setembro
DE 2014

Enquanto o São Paulo é lider de público, o Santos é um dos piores da Série A

postado por Marcondes Brito em Futebol

18
DE setembro
DE 2014
16

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Na esteira de uma pesquisa da Pluri Consultoria que faz previsão otimista para o crescimento da média de torcedores no Brasileirão-14, é possível dizer que o São Paulo desbancou Corinhtians, Cruzeiro e Flamengo como puxador de público em nosso país. O Corinthians foi líder durante anos, mas perdeu essa condição para o Cruzeiro na temporada passada. “Agora quem dá bola” é o São Paulo.
Eu fiz questão de usar um trechinho do hino do Santos para encerrar o parágrafo porque fiquei muito impressionado com a posição do Santos nesse quesito. O time da Baixada é um dos piores do da Série A, só ganha para Goiás e Figueirense. A média de público do Santos é algo tão assustadoramente baixo que perde até para Santa Cruz e Sampaio Correia, da Série B, ou o Payssandu, da Série C.
Vai ver que isso tenha levado o presidente Odílio Rodrigues a dizer recentemente que sente vergonha da Vila Belmiro. Talvez por isso ele queira construir um novo estádio.
Mas será que o problema é só esse?93a4b4140e29599bc5cb9ae4886592b5

18
DE setembro
DE 2014

Compare o Brasileirão-14 com a corrida pelo Palácio do Planalto

postado por Marcondes Brito em Futebol

18
DE setembro
DE 2014
54

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062219a334e20ee8358a8e4a5bca5c46EDUARDO JORGE x PALMEIRAS - Vai para todos os debates, mas, quando lhe perguntam, costuma dizer que “não tenho nada a ver com a Série A”.

DILMA x SÃO PAULO - Quer continuar sendo o ‘Soberano’, mas insiste em atacar como ‘Jason’. De de repente, pode perder pontos por isso e vai ficar falando sozinho.

MARINA x CRUZEIRO - Não confundir com ‘Maria’, porque é mais forte do que parece. E, seja qual for o Instituto, mantém liderança no segundo turno.

ENQUANTO ISSO, NO HORÁRIO ELEITORAL GRATUITO…

16
DE setembro
DE 2014

Como a briga política pode contaminar o vestiário do São Paulo

postado por Marcondes Brito em Futebol

16
DE setembro
DE 2014
4

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Logo agora que o São Paulo bateu no líder Cruzeiro e passou a sonhar novamente com um título do Brasileirão, estourou essa crise entre os cartolas. Uma briga que poderá contaminar o ambiente no vestiário. Isso fica bastante claro em três recados públicos que ouvimos nos últimos dias:

40“Aidar é um traidor. Aliás, eu falei isso para ele. Um traidor vil. Ele está querendo demitir o Muricy no fim do ano, e também o Gustavo de Oliveira e o Milton Cruz”, Juvenal Juvêncio.

40.“Estou falando de modo geral: nossos treinadores estão defasados. Ficam presos a esses esquemas 4-4-2, 4-3-3 e na Copa eu vi atacante marcando em sua área, vi zagueiro marcando no meio campo. Não pode ficar fechado na mesmice. Não conhecemos técnicas modernas”, Carlos Miguel Aidar.

d81dfd204a4630911cfc2ea3a495eb4d“Tomara que ninguém atrapalhe, é só ninguém se meter. Às vezes, no entusiasmo, alguém solta alguma coisa e atrapalha. É como eu falo pros dirigentes, ‘deixa eu aqui, deixa aqui que está tudo bem”, Muricy Ramalho.

15
DE setembro
DE 2014

Fala, professor: a rodada do BR-14 na opinião de 10 treinadores

postado por Marcondes Brito em Futebol

15
DE setembro
DE 2014
76

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“A nossa chance, se a gente quisesse ter um sonho de título, teria de ser hoje. Apesar que falta muito campeonato ainda. O Cruzeiro é e continua sendo o melhor do Brasil. Fizemos um bom jogo, marcamos e respeitamos o Cruzeiro, e merecemos o resultado. Fizemos um grande jogo, era a nossa chance de diminuir e conseguimos. Temos de continuar fazendo a nossa parte”, Muricy Ramalho, São Paulo.

“Uma desatenção do Cruzeiro na bola parada. Temos uma bola ofensiva e defensiva muito boa, mas hoje não funcionou. Tivemos uns oito escanteios e faltas laterais, mas aproveitamos muito pouco. O Cruzeiro brigou para tentar empatar o tempo todo. Os jogadores estão, neste sentido, de parabéns”, Marcelo Oliveira, Cruzeiro.

“Erramos muitos passes e fizemos muitas escolhas erradas. Mas, mesmo assim, para perder o jogo levamos um gol em impedimento. Aliás, dois impedimentos. Mas não merecíamos vencer o jogo, esta é a análise que precisamos levar para dentro. Fazer jogos ruins fazem parte da campanha de todos, mas não podemos repetir”, Mano Menezes, Corinthians.

“Agora eu acho que preciso falar do desempenho muito bom que tivemos. O time colocou o rabo no chão. O nosso campeonato é esse. Temos que colocar o rabo no chão toda hora, ter humildade, brigar sempre e procurar o resultado. O Flamengo não tem um grande time. Foi bem contra Grêmio e Goiás, mas não botou o rabo no chão. Hoje, não deixamos o Corinthians jogar em suas características”, Vanderley Luxemburgo, Flamengo,

“No primeiro tempo do nosso time foi muito bom, criamos muitas oportunidades. Mas foi o Inter que saiu na frente. No segundo tempo, o Botafogo foi aquém do que pode. Foi uma equipe dispersa, desconcentrada… Por isso, que não merecia outra sorte. Se não tivéssemos desperdiçado as oportunidades do primeiro tempo, o resultado seria outro. Diante de uma equipe de qualidade e que vinha pressionada, deixamos sair na frente e perdemos o jogo”, Vagner Mancini, Botafogo.

“Aconteceram coisas fantásticas nesta semana. Vi muitas provas de profissionalismo e humildade. São caras fantásticos. Não tenho dúvidas em afirmar que merecíamos estar em posição melhor. Hoje vamos poder sair para jantar com a família, comemorar. A gente estava encolhido. Nós procuramos não nos envolver com tudo que escrevem e falam. A gente sabia do que tinha sido feito, mas tínhamos consciência de que o momento tinha que mudar. O que fizemos hoje foi muito próximo daquilo que apresentamos em oito meses do ano”, Abel Braga, Internacional.

“O Jô não está numa fase legal. Todo mundo passou por isso, Ronaldinho, Fred… O Jô e o André estão passando por isso. Preferi tirar o Jô deste jogo para ele pensar do lado de fora, repensar um pouco. Considero que o André e o Jô são jogadores importantes e de ótima qualidade. Temos que analisar para que não sejamos injustos”,Levir Culpi, Atlético.

“Não tivemos tantas oportunidades a ponto de dizer foi uma lástima. Para chegar a um título é um longo caminho, mas chegar à Libertadores entre os quatro é possível. Temos o Santos, que nos venceu da última vez, e a Chapecoense. Aí é questão de ver se conseguimos ir até o fim com o planejamento. Falta arriscar mais”, Felipão, Grêmio.

“Fico constrangido com um tipo de pergunta dessa [se havia interferência da diretoria na escalação] você vai me desculpar. Estou no futebol há 17 anos e nunca tive que repartir minha responsabilidade. O que faço, eu faço. Não sou autoritário, que acha que minha opinião prevalece, mas as decisões são minhas. Eu tomei a decisão. Fico chateado com um tipo de pergunta dessa porque sou profissional, dependo do meu trabalho para dar condição boa à minha familia. Batalhei para chegar aqui e vejo falta de respeito”, Enderson Moreira, Santos.

“O Fluminense fez os gols em momentos oportunos, mas o Palmeiras procurou a todo instante. Tem derrotas e derrotas. O Palmeiras se entregou, buscou o resultado. O Fluminense foi muito feliz ao fazer os gols, mas o Palmeiras também teve méritos. É um resultado que deixa dúvidas pelo número de gols, mas para mim, das três apresentações, tivemos hoje os melhores 45 minutos no segundo tempo”, Dorival Júnior, Palmeiras.

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