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13
DE abril
DE 2015

A piada do ano: o Corinthians não pode mais esconder a marca ‘Itaquerão’

postado por Marcondes Brito em Futebol

13
DE abril
DE 2015
66

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d27f683e00dc21447a5ba5960b902ad4Eu juro que pensei que era mesmo uma piada. Quase não acreditei quando li nos jornais e na web que o Corinthians se transformou no único dono da marca Itaquerão, mas poderá perdê-la caso opte apenas por esconder e desprezar a sua utilização.
Quantas vezes já fui xingado aqui, e na minha página no Twitter (@marcondesbrito) por torcedores do Corinthians, por referir-me ao seu novo estádio como “Itaquerão”?
Tudo porque o ex-presidente Andrés Sanchez quis obrigar a mídia a tratar o estádio apenas como “Arena Corinthians”. Todo aquele que ousasse pronunciar o nome “Itaquerão” seria considerado quase um inimigo do clube.
Pois agora (ironia suprema!), o Corinthians briga na Justiça para não perder o direito por um nome que tanto abomina. A possibilidade de a marca ser perdida é prevista pelo regulamento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, autarquia do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e responsável por controlar o segmento. Foi o INPI que concedeu, em fevereiro, o domínio sobre Itaquerão para o Corinthians por dez anos. No meio desse prazo, porém, o instituto poderá rever essa concessão.
De acordo com o regulamento, a marca só é preservada a partir do quinto ano se o detentor comprovar ter feito utilização. Caso tenha apenas feito o registro para retirá-la do mercado, dará margem para a solicitação de um terceiro ser aceita.
E agora?

05
DE abril
DE 2015

A incrível sina do Itaquerão, o estádio que dá lucro e prejuízo ao Corinthians

postado por Marcondes Brito em Futebol

05
DE abril
DE 2015
23

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bk7c3m2960ordnwtrvx2fv5wtA torcida do Corinthians vai lotar novamente o Itaquerão no clássico desta tarde contra o Santos, gerando excelente resultado financeiro na bilheteria. Mas o estádio – longe de ser uma solução – continua sendo um problema para as finanças do clube. Só com a Odebrecht a dívida é de 395 milhões de reais. Desse total, 80 milhões de reais são de juros

28
DE março
DE 2015

Enquanto a seleção cura feridas, o futebol brasileiro agoniza fora de campo

postado por Marcondes Brito em Futebol

28
DE março
DE 2015
10

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A nossa seleção olímpica goleou ontem o Paraguai por 4×1 e deixou uma boa impressão. Mais do que segurar o emprego do técnico Alexandre Gallo, importante mesmo foi ver que existem algum lampejo de criatividade no time titular. Vitinho, Lucas Silva, Felipe Anderson, Rafinha…
Na quinta-feira, o time de Dunga deu ao mundo uma demonstração de que está curando as feridas. Ganhar da França, em Paris, com 80 mil torcedores no estádio, foi como dizer assim aos nossos rivais: “Estou vivo, muito vivo!””
Em resumo, se dentro de campo o Brasil ainda tem um futebol respeitado, fora de campo a situação é bem complicada. Na Folha de hoje, o levantamento feito sobre o Campeonato Paulista – – melhor de todos os Estaduais – é desalentador:
“Em oito anos, o número de jogos do Paulista que deram prejuízo cresceu 145%. Até a 12ª rodada desta edição do Estadual, que termina na terça-feira (31) com Portuguesa x São Bernardo, 49 partidas não arrecadaram com venda de ingressos o suficiente para arcar com os custos operacionais de realização. Em 2007, quando o Paulista deixou de ser disputado em pontos corridos e voltou a ter fase final, só 20 das 120 primeiras partidas da competição registraram deficit. Desde então, a quantidade de jogos com renda líquida negativa tem crescido quase que anualmente até alcançar o patamar atual de 41,2%. O fenômeno não é só dos times pequenos. Dos 20 participantes, 15, inclusive São Paulo e Santos, já tiveram partidas como mandante que fecharam no vermelho. Além de Corinthians e Palmeiras, donos dos maiores públicos da competição, só Capivariano, São Bernardo e Penapolense escapam”, diz a reportagem assinada por Rafael Reis.FullSizeRender (2)Ficamos sabendo também que a Arena Pernambuco, estádio construído pela empreiteira Odebrecht para a Copa-14, teve um custo avaliado em R$ 700 milhões, mas, refeitas as contas, pode ter consumido, na verdade, mais de R$ 1,7 bilhão.
Já o Maracanã, palco da final entre Alemanha e Argentina, fechou 2014 com um prejuízo de R$ 77,2 milhões no ano – 69% do deficit foi computado entre janeiro e julho, período marcado pelo Estadual do Rio e do Mundial, quando as receitas foram mais escassas. O rombo é muito maior que o de 2013, primeiro ano da operação do Maracanã reformado, quando ficou R$ 48,3 milhões no vermelho.FullSizeRenderO Itaquerão, a sede do jogo de abertura do Mundial, segundo reportagem do Estadão, mantém média 27 mil torcedores por jogo. Isso, no entanto, não significa que o Corinthians tem conseguido lotar sempre sua nova arena. O estádio tem capacidade para 48 mil lugares e praticamente todos os 21 mil lugares vagos ficam no prédio Oeste, onde os ingressos são vendidos por até R$ 450.
Concebido para gerar receitas milionárias, o setor mais caro do estádio ainda não está totalmente pronto. Não foram entregues, por exemplo, restaurantes, lanchonetes e lojas que fazem parte do projeto original. O setor Oeste Vip Inferior não teve mais do que 25 torcedores que aceitaram pagar R$ 450 em nenhum jogo deste Paulistão. O maior público do local foi de 22 pagantes, nas partidas contra Red Bull Brasil e Mogi Mirim. Contra o São Bernardo, apenas três torcedores compraram o ingresso por esse valor.

14
DE fevereiro
DE 2015

Arenas Corinthians e Allianz tiram o Morumbi do futebol olímpico

postado por Marcondes Brito em Futebol

14
DE fevereiro
DE 2015
49

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Deu na Folha
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Comentário meu – Se estiver a fim de tripudiar do inimigo, o presidente Paulo Nobre pode até contabilizar mais “uma volta” em cima de Carlos Miguel Aidar. O São Paulo tem um documento assinado pelo Comitê Rio-16, datado de 2009 (época em que a cidade ainda era candidata aos Jogos), que garante o Morumbi como sub-sede do futebol. Acontece que, nesse meio tempo, surgiram as duas novas e modernas Arenas Corinthians e Parque Allianz. Em outras palavras, o Morumbi ‘caducou’. Outra coisa: quem vai tomar a decisão final é o Marco Polo Del Nero, presidente da Comissão do Torneio de Futebol dos Jogos Rio-2016 da Fifa. E Del Nero, todo mundo sabe, tem ‘sangue verde’ correndo pelas veias.

05
DE dezembro
DE 2014

Doleiro do ‘Petrolão’ também teria atuado na obra da Arena Corinthians

postado por Marcondes Brito em Futebol

05
DE dezembro
DE 2014
42

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Deu na revista CartaCapital (por Fábio Serapião)

Na busca e apreensão realizada na casa de Alberto Youssef durante a primeira fase da Operação Lava Jato, em 17 de março, a Polícia Federal encontrou um documento cujo conteúdo demonstra que a atuação do doleiro extrapola os limites da Petrobras e estende seus tentáculos sobre outras estatais federais, órgãos públicos estaduais, prefeituras e empresas privadas. Apreendida em meio a relógios e canetas importados, a planilha de 34 páginas, à qual CartaCapital teve acesso, traz um relatório de 747 projetos vinculados a clientes diretos, no caso as construtoras, e relacionados a um cliente final, na maioria empresas públicas e algumas privadas.
“Assim, é claro o envolvimento de Youssef e seu grupo com grandes empreiteiras, e, através da planilha apreendida, pode-se deduzir que o doleiro tinha interesse especial nos contratos dessas empresas, onde de alguma forma atuava na intermediação”, observam os policiais federais. Somadas, as obras datadas do período entre 2008 e 2012, alcançam a cifra de 11,5 bilhões de reais e sugerem uma explicação para o fato de a força-tarefa envolvida nas investigações afirmar que a organização criminosa “abrange uma estrutura criminosa que assola o País de Norte a Sul”. Chama atenção a disciplina e organização do doleiro ao produzir o relatório. Nele, cada obra é seguida do telefone fixo e celular do contato na empresa, informações detalhadas sobre o projeto, como espessura e tipo de materiais a serem utilizados, data e valor.
Das obras citadas na lista, nem todas foram conquistadas pela clientela de Youssef. A planilha indica, no entanto, a abrangência de seus negócios. Ao menos 59% dos projetos citados envolvem como cliente final a Petrobras. Aparecem no documento o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), seis refinarias, uma fábrica de amônia em Uberaba (MG), uma plataforma de petróleo, a Petrobras Netherlands, a sede administrativa em Santos, a Transpetro. Consta no documento até a obra para remoção de dutos no terreno em Itaquera, na capital paulista, onde foi construído o estádio do Corinthians, palco da abertura da Copa do Mundo.
No caso da construção do estádio do Corinthians, o cliente de Youssef seria a Sacs Construção e Comércio, responsável por remanejar a tubulação da Petrobras sob o terreno. A retirada dos tubos foi um dos motivos do atraso na entrega do estádio-sede da Copa do Mundo. Na página 19, o projeto está orçado em 1,3 milhão de reais e tem como cliente final a estatal, mas no site da Sacs, a empresa informa que o clube arcaria com as despesas. (clique AQUI e veja reportagem completa).

26
DE novembro
DE 2014

Aleluia: o Corinthians espera vender naming rights até dezembro

postado por Marcondes Brito em Futebol

26
DE novembro
DE 2014
37

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Pouca gente deu importância à promessa de Roberto de Andrade, candidato da situação no Corinthians. Ele disse ao colunista Janca, do jornal Lance que até dezembro haverá uma definição dos Emirados Árabes sobre a questão dos naming rights da arena corintiana.
Antes do final do ano o presidente Mário Gobbi espera anunciar a venda do direito de nomear o estádio em Itaquera, cuja negociação foi conduzida por Andrés Sanchez, que inicialmente pretendia fechar negócio até fevereiro de 2012. Andrés viajou diversas vezes aos Emirados, mas depois passou a se dedicar à sua campanha a deputado federal pelo PT-SP. Eleito, começa a trabalhar em Brasília em janeiro.
Especula-se que, além de dar nome à arena, a Emirates irá ocupar o espaço que hoje é da Caixa na camisa do time. A informação, porém, não é confirmada nem pela diretoria do Corinthians nem pela companhia de aviação.
O problema todo é gerar uma expectativa – como já aconteceu dezenas de outras vezes – mas, no final das contas, nada se confirma. Eu torço para que aconteça logo. Já não agüento mais chamar o Itaquerão de “Itaquerão”.

16
DE novembro
DE 2014

Corinthians deveria aprender com o Palmeiras como construir arena lucrativa

postado por Marcondes Brito em Futebol

16
DE novembro
DE 2014
100

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Deu na Folha (Por Diego Iwata Lima)

O novo estádio do Palmeiras será inaugurado na próxima quarta (19), seis meses e um dia depois do Itaquerão, do rival Corinthians.
Mas, ao contrário do que acontece e vai acontecer por um bom tempo com o clube alvinegro, a nova casa palmeirense já vai estrear dando lucro para o seu dono.
Toda a bilheteria da abertura contra o Sport, pelo Brasileiro, será do clube. Cerca de 39 mil ingressos estão à venda desde sexta (14).
No Corinthians, todas as receitas com venda de ingressos estão sendo alocadas em um fundo imobiliário para serem utilizadas para quitar as parcelas da dívida de R$ 1 bilhão contraída pelo clube para construir o estádio.
A primeira parcela corintiana, de R$ 100 milhões, vence em junho do próximo ano.
Essa diferença evidencia que o modelo de negócio do estádio palmeirense é bem distinto do corintiano.
A começar pelo fato de o Palmeiras não ter colocado um real dos mais de R$ 660 milhões investidos na obra –contando o valor usado na revitalização do clube social.
O Palmeiras também não pagará nada pela manutenção de sua nova casa, toda a cargo da construtora WTorre, administradora do estádio. O Corinthians vai arcar com os seus custos operacionais.
O clube alviverde também ganha percentuais de todas as receitas geradas pelo estádio, como vendas de alimentos e os naming rights, comprados pela Allianz Seguros, por R$ 15 milhões anuais.
Em 30 anos, o Palmeiras vai ganhar R$ 37,5 milhões só da Allianz –o restante ficará com a WTorre. Já o Corinthians, quando vender a alguma empresa os direitos de batizar o estádio, vai ficar com o valor integral pago pela empresa compradora.
No Corinthians, a despeito das possíveis dificuldades que vão aparecer para quitar a dívida, não há desespero.
“O ano de 2015 vai marcar o nosso lançamento para o mercado, como se fôssemos um empreendimento imobiliário”. diz Lúcio Blanco, administrador do Itaquerão.
“Nosso estádio ainda não está finalizado por causa de termos abrigado a abertura da Copa do Mundo, com exigências especiais”, diz. “Como poderíamos vender algo que não está pronto?”
O show do ex-Beatle Paul McCartney, agendado para os dias 25 e 26 deste mês no estádio palmeirense, não causa inveja no Corinthians.
“O nosso perfil é voltado para o mercado corporativo. Pensamos mais em abrigar convenções de vendas. [Shows] Podem acontecer e são bem-vindos. Mas os grandes shows não são o foco”, diz o gestor Lúcio Blanco.
Assim como aconteceu na estreia do Itaquerão, o novo estádio do Palmeiras vai ser inaugurado ainda inacabado. Lanchonetes, estacionamento, restaurantes, cozinha central e áreas de circulação e imprensa do estádio alviverde não estão prontos.
No Itaquerão, lanchonetes, estacionamento e áreas de imprensa também operam de modo provisório.

13
DE outubro
DE 2014

No Corinthians, um festival de notícias ruins abala o Itaquerão

postado por Marcondes Brito em Futebol

13
DE outubro
DE 2014
41

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Como se não bastasse o fracasso nas negociações da venda do naming rights, os problemas se acumulam no Itaquerão. Inaugurado às pressas para o jogo de abertura da Copa, o estádio do Corinthians acumula débito de mais de R$ 400 milhões a Odebrecht, empreiteira que ergueu o estádio.
Para piorar, a Folha de S. Paulo publica mais duas notícias ruins sobre a arena:
itaquerão
1)- A Prefeitura de São Paulo oficializou a redução dos incentivos fiscais para o Itaquerão. Publicou no Diário Oficial uma resolução concedendo R$ 405 milhões, em vez de R$ 420 milhões prometidos inicialmente, e apontou que a obra em si custou, até maio de 2014, R$ 675 milhões. Maio foi o mês da inauguração do estádio. O valor da obra propagado pela prefeitura, no entanto, não contabilizou salário, alimentação e equipamentos dos funcionários que trabalharam na obra do Itaquerão. A conta de Corinthians e Odebrecht diz que essas despesas somam mais de R$ 100 milhões.

2)- Itaquerão é alvo de nova polêmica: a Fast Engenharia, fornecedora das arquibancadas temporárias do estádio para a Copa do Mundo, diz não ter recebido R$ 8,8 milhões pela execução da obra.
A empresa está cobrando a quantia da Ambev, responsável por sua contratação, e ameaça entrar na Justiça para receber o dinheiro.
O governo de São Paulo, que havia assumido a responsabilidade por bancar as arquibancadas temporárias do estádio do Corinthians e depois a repassou para a Ambev, também já foi notificado. A Fast diz que gastou R$ 8,8 milhões com serviços adicionais para a obra ser entregue no prazo. O valor, como não está no contrato inicial, não vem sendo pago.

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