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24
DE junho
DE 2015

Enfim, uma sugestão para batizar o Itaquerão: por que não ‘Arena Brahma’?

postado por Marcondes Brito em Futebol

24
DE junho
DE 2015
111

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Há quase 2 anos o Corinthians busca um patrocinador para a sua Arena, o tal do naming rights. Andrés Sanchez já rodou o mundo atrás de alguém que esteja disposto a gastar R$ 400 milhões para batizar o seu novo estádio.
Na falta de uma definição, o estádio virou ‘Itaquerão’ e será dificil livrar-se desse nome. É a voz do povo – embora os corinthianos mais exaltados queiram culpar apenas a mídia por isso.
Mas hoje, na coluna de Claudio Humberto, no Metro – um jornal do Grupo Bandeirantes de Comunicação – surgiu uma nova idéia: “…até por dever de gratidão, o Corinthians deveria rebatizar seu estádio em Itaquera de “Arena Brahma”, sugeriu o colunista.
Faz sentido, sim. O estádio só saiu do papel por causa da influência do então presidente Lula, que é torcedor do clube. E Lula, como temos visto no noticiário do Petrolão, é chamado de ‘Brahma’ pelos empreiteiros que foram presos, suspeitos de corrupção.imagens-do-estadio-do-corinthians
Em tempo: A propósito desse apelido do ex-presidente Lula, veja o que diz o colunista Carlos Brickmann:
“É um erro atribuir o apelido Brahma, pelo qual Lula era conhecido por alguns empreiteiros, a eventuais hábitos pessoais. É Brahma por ser o Número 1. O que, a propósito, considerando-se o momento, é muito mais comprometedor”.

20
DE junho
DE 2015

Andrés Sanchez conta como o empreiteiro preso da Odebrecht ‘viabilizou’ o Itaquerão

postado por Marcondes Brito em Futebol

20
DE junho
DE 2015
24

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Ninguém tem dúvidas de que a Arena Corinthians foi construída por um capricho do ex-presidente Lula, um corinthiano convicto e apaixonado. O ex-presidente Andrés Sanchez, no seu livro “O Mais Louco do Bando” (Editora G7 Books, 224 páginas + 28 fotografias. Preço: R$ 29,90), dedica um capítulo inteiro para contar um encontro que teve com o então presidente Lula e o diretor de relações institucionais da Odebrecht Alexandrino Alencar. Naquela reunião ‘despretensiosa’, nasceu o Itaquerão, palco do jogo de estréia da Copa do Mundo de 2014. Alexandrino Alencar foi preso ontem pela Polícia Federal, acusado de participar do Petrolão.downloadE FOI ASSIM QUE ACONTECEU…
Enquanto isso, o time seguia firme. No Brasileirão
colecionávamos jogos médios e ruins; já pela Copa do Brasil
devolvemos a derrota em Curitiba com um 2 a 0 sobre
o Atlético-PR, gols de Ronaldo. Seguiu-se, além de vitória
simples, um empate em dois com o Fluminense – mais um
passinho na Copa. Nas semis, o jogo de ida, contra o Vasco,
no Rio, rendeu a igualdade em um gol; outro empate,
agora em zero, nos permitiu a classificação à final da Copa
do Brasil.
Foi nessa época que recebi a ligação de meu amigo
Alexandrino Alencar, diretor de relações institucionais
da Odebrecht. Ele era um amigão do peito, quase parente.
Nos conhecemos desde os tempos em que ele foi diretor
da empresa OPP, que, após uma fusão, deu origem
à Braskem, de quem a Sol sempre foi uma das principais
clientes na compra de matérias-primas. Alexandrino pediu
que fosse até seu escritorio, no Eldorado Business Tower,
em São Paulo: tinha algo a dizer que podia ser de interesse
para o Corinthians, mas não poderia falar ao telefone. Horas
depois eu já estava no bairro de Pinheiros.
O escritório de Alexandrino ficava no 32º andar da
torre, com vista para a marginal Pinheiros. Rodeado de cristais
transparentes, com a sensação de estar suspenso no
ar, tive uma pequena vertigem, mal olhava para fora. Mas a
vertigem maior estava por vir. Com seu usual tom ameno,
amistoso, Alexandrino contou de uma viagem que tinha feito
a Brasília, acompanhando Emilio Odebrecht, presidente
do conselho de administração da empresa. Na reunião, a
construtora tratava com o presidente Lula de assuntos do
setor petroquímico. À saída, Lula, despedindo-se de Odebrecht
e Alexandrino, mudou de assunto:
– Bem que vocês podiam dar uma mão pra esse
garoto, presidente do Corinthians, ajudando a fazer o estádio,
hein?
Alexandrino devolveu: era meu amigo pessoal de
muitos anos. Odebrecht pegou carona:
– Presidente, pode deixar que vamos tratar esse assunto
com muito carinho. Se for viável, com certeza vamos
ajudar.
Ao terminar sua exposição, Alexandrino me piscou
o olho:
– Tá vendo? Até eu, que sou carioca e torcedor do
Fluminense, quero ver o Corinthians com um estádio. E aí,
como fica? Topa o desafio?
Ainda meio zonzo, eu revelei ao meu amigo que o
clube tinha mais de um projeto em estudo. Quem sabe?
Saí dali com mais pressa do que entrei: o “sonho da casa
própria” até que não parecia tão irreal assim.
Na Copa, afinal, a finalíssima: no primeiro jogo, no
Pacaembu, Jorge Henrique e Ronaldo garantiram a vitória
sobre o excelente time do Internacional, liderado por Nilmar
e D’Alessandro. Após passar pelo freguês São Paulo por
3 a 1 no Paulista, fomos para o segundo jogo, em Porto
Alegre, dia 1º de julho. Foi tenso, teve expulsões dos dois
lados. Mas com o 2 a 2, gols de Jorge Henrique e André
Santos, fomos campeões da Copa do Brasil em pleno Beira-
Rio. Mais um prêmio a um ano de muito esforço e trabalho.
Aquela noite Porto Alegre ficou alvinegra de alegria.
Fomos lá comemorar na churrascaria Na Brasa a conquista,
que nos classificava para a Libertadores de 2010. Rolou
uma cena inusitada. Em seu estado natural, Ronaldo é um
baita gozador. Eu conversava com meu irmão Tadeo quando
Ronaldo passou acompanhado do Caveira. Tadeo pediu
ao Caveira: “Faz uma foto?”. Ronaldo, solícito, se preparou
para a pose conjunta. Em seguida, Tadeo lhe passou
a câmera e fez pose, passando o braço sobre o ombro de
Caveira. Ronaldo, sem perder o rebolado, deu muitas gargalhadas
com todos disparando o clic:
– Um irmão concorre em autógrafos comigo; agora
o outro me faz de fotógrafo?!
Dia seguinte, uma delegação composta pelos atletas
Cristian, Dentinho, Jorge Henrique, Ronaldo, o capitão
William, o técnico Mano Menezes, o diretor Mario Gobbi e
o relações-públicas Isaac Waynszteyn me acompanharam
a Brasília em uma visita institucional a Lula. O presidente
estava emocionado com nossa conquista. Ao final da visita,
Lula me chama a um canto e pergunta para quando a diretoria
poderia fechar uma proposta para o estádio. “Com
Ronaldo estrelando um time de primeira linha para a Libertadores,
o passo seguinte é ter a casa própria!”, sugeriu o
presidente. Comentei que havia vários projetos em estudo;
Lula me aconselhou que não demorasse. Foi assim que tratei
pela primeira vez com o presidente sobre a Arena Corinthians
e me comprometi que assim que tivesse o projeto
mais viável passaria para mostrar a ele.

28
DE abril
DE 2015

Enquanto o Palmeiras tem lucro com a ‘arena’, o Corinthians fica mais endividado

postado por Marcondes Brito em Futebol

28
DE abril
DE 2015
92

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A manchete do Caderno de Esportes do Estadão de hoje mostra o lucro do Palmeiras com a sua nova arena. E suscita instantaneamente uma comparação com os números do rival Corinthians, que também tem um estádio novinho “pra chamar de seu”.
O Palmeiras demorou para erguer a sua “casa”, passou um bom tempo brigando com a WTorre, construtora encarregada da obra, mas hoje contabiliza lucros porque evitou empréstimos bancários e financiamento público.
O Corinthians tinha pressa para aprontar o palco da abertura da Copa do Mundo e contou com o apoio do ex-presidente Lula para ter acesso à grana do BNDES, caso contrário não poderia cumprir os prazos da Fifa.
Hoje, enquanto o Palmeiras contabiliza lucros de bilheteria, o Corinthians vive atormentado com uma dívida que cresce R$ 13 milhões por mês. Todo o dinheiro arrecadado na sua arena é destinado à amortização dessa dívida. Durante quantos anos?
Só Deus sabe.FullSizeRender (1)
O QUE DIZ O ESTADÃO DE HOJE
O Palmeiras luta para conquistar o título do Campeonato Paulista pela honra, tradição e importância em ter mais um troféu em sua vasta galeria. Financeiramente, levantar a taça fará pouca diferença para o clube graças ao Allianz Parque. Com o novo estádio, o time superou em cinco vezes o valor que a Federação Paulista de Futebol paga ao campeão do Estadual.
O campeão paulista vai receber da FPF R$ 3 milhões, enquanto o vice ficará com R$ 1 milhão. Uma quantia pequena, tendo em vista o glamour da competição, e que se torna ainda mais irrisória quando comparada com os R$ 15.216.760,77 de renda líquida que o Alviverde teve no Campeonato Paulista nos dez jogos que fez em casa como mandante – não está sendo computado o confronto com o Audax, que também foi na arena, mas com mando do adversário.
A arrecadação na decisão com o Santos já é superior ao prêmio pelo título. A renda líquida foi de R$ 3.021.491,58. Vale lembrar que na arena, embora seja administrada pela WTorre e existam divisões em diversas arrecadações, o valor dos ingressos de partidas do Palmeiras ficam 100% para o clube.

ENQUANTO ISSO, NO CORINTHIANS…
Enquanto isso, a dívida do Corinthians com a Odebrecht pela construção do Itaquerão evoluiu rapidamente após a Copa-2014 e tornou-se quase insustentável, segundo os próprios dirigentes do clube. Até março, esse valor era de R$ 397 milhões.
Foi divulgado um débito reajustado de R$ 317 milhões “junto à Construtora Norberto Odebrecht referentes aos custos de construção da Arena‘, no balanço anual consolidado para o período de 2013 a junho de 2014. O mais recente relatório mensal do fundo divulgado, aponta um valor total de R$ 397,5 milhões a ser quitado com a Odebrecht. Segundo estes relatórios mensais, houve um aumento de R$ 253 milhões em seis meses. Mesmo na comparação com o balanço anual, que consolidou valores, o crescimento é de R$ 80 milhões no período, o que equivale a R$ 13 milhões por mês.
Incluído o dinheiro dado pelo BNDES, o débito corintiano pelo estádio já atingiu R$ 800 milhões no total. No começo do ano, ventilou-se até a possibilidade de o clube perder o controle administrativo do estádio, caso não consiga saldar suas dívidas com a Caixa Econômica e o BNDES. Se isso acontecer, a Odebrecht estará livre para vender ações do fundo para qualquer outra empresa.

ENQUETE - Já votou aí do lado? Afinal, quem leva o Paulistão 2015?

13
DE abril
DE 2015

A piada do ano: o Corinthians não pode mais esconder a marca ‘Itaquerão’

postado por Marcondes Brito em Futebol

13
DE abril
DE 2015
68

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d27f683e00dc21447a5ba5960b902ad4Eu juro que pensei que era mesmo uma piada. Quase não acreditei quando li nos jornais e na web que o Corinthians se transformou no único dono da marca Itaquerão, mas poderá perdê-la caso opte apenas por esconder e desprezar a sua utilização.
Quantas vezes já fui xingado aqui, e na minha página no Twitter (@marcondesbrito) por torcedores do Corinthians, por referir-me ao seu novo estádio como “Itaquerão”?
Tudo porque o ex-presidente Andrés Sanchez quis obrigar a mídia a tratar o estádio apenas como “Arena Corinthians”. Todo aquele que ousasse pronunciar o nome “Itaquerão” seria considerado quase um inimigo do clube.
Pois agora (ironia suprema!), o Corinthians briga na Justiça para não perder o direito por um nome que tanto abomina. A possibilidade de a marca ser perdida é prevista pelo regulamento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, autarquia do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e responsável por controlar o segmento. Foi o INPI que concedeu, em fevereiro, o domínio sobre Itaquerão para o Corinthians por dez anos. No meio desse prazo, porém, o instituto poderá rever essa concessão.
De acordo com o regulamento, a marca só é preservada a partir do quinto ano se o detentor comprovar ter feito utilização. Caso tenha apenas feito o registro para retirá-la do mercado, dará margem para a solicitação de um terceiro ser aceita.
E agora?

05
DE abril
DE 2015

A incrível sina do Itaquerão, o estádio que dá lucro e prejuízo ao Corinthians

postado por Marcondes Brito em Futebol

05
DE abril
DE 2015
23

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bk7c3m2960ordnwtrvx2fv5wtA torcida do Corinthians vai lotar novamente o Itaquerão no clássico desta tarde contra o Santos, gerando excelente resultado financeiro na bilheteria. Mas o estádio – longe de ser uma solução – continua sendo um problema para as finanças do clube. Só com a Odebrecht a dívida é de 395 milhões de reais. Desse total, 80 milhões de reais são de juros

28
DE março
DE 2015

Enquanto a seleção cura feridas, o futebol brasileiro agoniza fora de campo

postado por Marcondes Brito em Futebol

28
DE março
DE 2015
10

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A nossa seleção olímpica goleou ontem o Paraguai por 4×1 e deixou uma boa impressão. Mais do que segurar o emprego do técnico Alexandre Gallo, importante mesmo foi ver que existem algum lampejo de criatividade no time titular. Vitinho, Lucas Silva, Felipe Anderson, Rafinha…
Na quinta-feira, o time de Dunga deu ao mundo uma demonstração de que está curando as feridas. Ganhar da França, em Paris, com 80 mil torcedores no estádio, foi como dizer assim aos nossos rivais: “Estou vivo, muito vivo!””
Em resumo, se dentro de campo o Brasil ainda tem um futebol respeitado, fora de campo a situação é bem complicada. Na Folha de hoje, o levantamento feito sobre o Campeonato Paulista – – melhor de todos os Estaduais – é desalentador:
“Em oito anos, o número de jogos do Paulista que deram prejuízo cresceu 145%. Até a 12ª rodada desta edição do Estadual, que termina na terça-feira (31) com Portuguesa x São Bernardo, 49 partidas não arrecadaram com venda de ingressos o suficiente para arcar com os custos operacionais de realização. Em 2007, quando o Paulista deixou de ser disputado em pontos corridos e voltou a ter fase final, só 20 das 120 primeiras partidas da competição registraram deficit. Desde então, a quantidade de jogos com renda líquida negativa tem crescido quase que anualmente até alcançar o patamar atual de 41,2%. O fenômeno não é só dos times pequenos. Dos 20 participantes, 15, inclusive São Paulo e Santos, já tiveram partidas como mandante que fecharam no vermelho. Além de Corinthians e Palmeiras, donos dos maiores públicos da competição, só Capivariano, São Bernardo e Penapolense escapam”, diz a reportagem assinada por Rafael Reis.FullSizeRender (2)Ficamos sabendo também que a Arena Pernambuco, estádio construído pela empreiteira Odebrecht para a Copa-14, teve um custo avaliado em R$ 700 milhões, mas, refeitas as contas, pode ter consumido, na verdade, mais de R$ 1,7 bilhão.
Já o Maracanã, palco da final entre Alemanha e Argentina, fechou 2014 com um prejuízo de R$ 77,2 milhões no ano – 69% do deficit foi computado entre janeiro e julho, período marcado pelo Estadual do Rio e do Mundial, quando as receitas foram mais escassas. O rombo é muito maior que o de 2013, primeiro ano da operação do Maracanã reformado, quando ficou R$ 48,3 milhões no vermelho.FullSizeRenderO Itaquerão, a sede do jogo de abertura do Mundial, segundo reportagem do Estadão, mantém média 27 mil torcedores por jogo. Isso, no entanto, não significa que o Corinthians tem conseguido lotar sempre sua nova arena. O estádio tem capacidade para 48 mil lugares e praticamente todos os 21 mil lugares vagos ficam no prédio Oeste, onde os ingressos são vendidos por até R$ 450.
Concebido para gerar receitas milionárias, o setor mais caro do estádio ainda não está totalmente pronto. Não foram entregues, por exemplo, restaurantes, lanchonetes e lojas que fazem parte do projeto original. O setor Oeste Vip Inferior não teve mais do que 25 torcedores que aceitaram pagar R$ 450 em nenhum jogo deste Paulistão. O maior público do local foi de 22 pagantes, nas partidas contra Red Bull Brasil e Mogi Mirim. Contra o São Bernardo, apenas três torcedores compraram o ingresso por esse valor.

14
DE fevereiro
DE 2015

Arenas Corinthians e Allianz tiram o Morumbi do futebol olímpico

postado por Marcondes Brito em Futebol

14
DE fevereiro
DE 2015
49

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Deu na Folha
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Comentário meu – Se estiver a fim de tripudiar do inimigo, o presidente Paulo Nobre pode até contabilizar mais “uma volta” em cima de Carlos Miguel Aidar. O São Paulo tem um documento assinado pelo Comitê Rio-16, datado de 2009 (época em que a cidade ainda era candidata aos Jogos), que garante o Morumbi como sub-sede do futebol. Acontece que, nesse meio tempo, surgiram as duas novas e modernas Arenas Corinthians e Parque Allianz. Em outras palavras, o Morumbi ‘caducou’. Outra coisa: quem vai tomar a decisão final é o Marco Polo Del Nero, presidente da Comissão do Torneio de Futebol dos Jogos Rio-2016 da Fifa. E Del Nero, todo mundo sabe, tem ‘sangue verde’ correndo pelas veias.

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