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24
DE abril
DE 2012

Para Mano Menezes, seleção olímpica é Neymar e mais 10

postado por Marcondes Brito em Clipping, Entrevista, Futebol

24
DE abril
DE 2012
21

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Entrevista de Mano Menezes ao Portal R7 mostra pelo menos duas certezas: 1) – A seleção Olímpica será Neymar e mais 10; 2) – Ronaldinho Gaúcho está fora. Anotei e transcrevo alguns trechos a seguir:

Charge: marioalbertoblog.blogspot.com

O GRUPO DO BRASIL

  • Os grupos são equilibrados tecnicamente. Estabeleceu-se essa divisão para favorecer os que têm mais tradição, para não se enfrentarem na fase de grupos. Mas mesmo assim, aquelas seleções que não têm tanta trajetória fazem um trabalho sério e podem surpreender se a gente não estiver bem preparado, que a meu ver é fundamental.

70% DO TIME ESCOLHIDO

  • Não tenha dúvida que sim. Já está bastante claro e a formação da seleção será bastante forte para fazermos um campeonato de alto nível. Desde a primeira convocação nós trabalhamos com a vinda de jogadores com idade olímpica. Isso nos permitiu ir selecionando bem, excluindo alguns porque é natural. Então a gente já tem bastante claro o que pretende.

NEYMAR GARANTIDO

  • O técnico da seleção logicamente traz consigo algumas dúvidas, mas com certeza essa ele não tem.

PRINCIPAIS ADVERSÁRIOS

  • Certamente a Espanha vai ter uma seleção de alto nível. Na América nós temos o México fazendo um grande trabalho, muito bem planejado, com a seleção jogando a Copa América com a maioria desses jogadores que estarão lá. Jogaram também o Pan-Americano. É uma seleção que tem muitos jogos jogados, então tem uma preparação diferente daquela que a gente consegue fazer no Brasil em virtude da dificuldade que temos de reunir um grupo para trabalhar. Mas sempre aparece uma surpresa, principalmente vinda da África, que tem sido a pedra no nosso sapato.

E R-10 TEM ALGUMA CHANCE?

  • Em determinados momentos o Brasil discute muita coisa, é natural do futebol, todos temos nossas preferências. Mas só quando sair a lista dos 18 mais os quatro é que vai ser a hora de cada um fazer sua avaliação. Pode ter certeza de que o Brasil vai ter uma grande seleção e seu técnico vai ser bastante justo nessa escolha, porque você precisa prestar atenção em muitos detalhes e uma das maiores dificuldades é que as Olimpíadas só permitem inscrever 18 jogadores. Todos que estiverem lá terão muita condição para jogar jogos em uma frequência bastante intensa, porque você joga de dois em dois dias.

Comentário meu – Temos um time olímpico mais forte do que o time principal. A maioria desses jogadores que vai pra Londres estará também na Copa-14, com certeza. Sobre Ronaldinho Gaúcho, Mano Menezes não é bobo. Primeiro ouviu o clamor popular, que não admitiria o jogador do Flamengo nas Olimpíadas. Além disso, correria o risco de, ao submeter a lista ao presidente José Maria Marin, ser aconselhado a deletar o R-10.

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10
DE julho
DE 2010

Imperdível: Datena na Playboy

postado por Marcondes Brito em Entrevista

10
DE julho
DE 2010
17

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Está absolutamente imperdível a entrevista do apresentador da Band, José Luiz Datena, à revista Playboy. Com a franqueza que lhe é peculiar, disse com todas as letras:  “Eu não gosto do Dunga. Tenho bronca dele. Na Copa de 94 sofremos um boicote nos EUA por causa da Comissão Técnica, e o Dunga era um dos líderes desse boicote… Não assistimos à final da Copa porque roubaram nossos coletes dentro de um hotel cheio de seguranças da CBF”.

Outros temas polêmicos da entrevista:

* Merchandising de Milton Neves
- “Desde que não interfira na opinião, desde que você não se venda, não tem problema… O Dunga tirou sarro de Milton Neves, mas ele próprio faz merchandising… Ele não convocou o Adriano porque o Adriano bebe. Pô, se ele mesmo faz propaganda de cerveja”.

* Renata Fan entende futebol?
- “Deve entender porque ela diz que estuda. Mas eu prefiro o Neto comentando futebol. Prefiro o Milton Neves. É uma profissional competente, mas tem melhores”.

* Briga com Gilberto Barros
- “Eu levantei pra pedir satisfação. Ele escorregou e caiu… Você pode perguntar pra quem quiser do restaurante. O chão estava liso demais, eu nem toquei nele”.

* Amizade com Jorge Kajuru
- “Kajuru deu uma entrevista na Playboy e disse que fazia troca-troca. Como eu era o maior amigo dele, todo mundo perguntou se era comigo. Eu falei: Ô Kajuru, vai se f**, você fala logo com quem fez esse troca-troca… Ele falou que era outro cara. Ainda bem”.

* Entrevista com a ex-atriz pornô italiana Cicciolina
- “Ela (Cicciolina) pegou o seio e tirou para fora. Eu fingi que desmaiei no seio dela. Tive várias ereções porque já havia me masturbado muitas vezes pensando nela… Minha mulher ficou um mês sem falar comigo, mas valeu a pena”.

* Virilidade masculina
- “Hoje em dia, pra ir pro pau, eu tenho que partir pro doping. Tem Viagra, Cialis, aí você vira o maior do mundo. Pra dar três por semana tá bom demais”.

* Orações na Rede Record
- “Os bispos da Record (onde apresentava o Cidade Alerta) achavam que eu tinha o demônio no corpo. De vez em quando me davam uns passes, oravam por mim”.

* A disputa Dilma x Serra
- “Ela (Dilma) faz o meu jeito. Gostei dela, achei bonitona. Muito bonita, aliás… Ela seria boa presidente, como o Serra também… Eu não estava declarando voto, declarei indecisão de voto”.

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22
DE abril
DE 2010

5 perguntas para Raul Gil

postado por Marcondes Brito em Entrevista

22
DE abril
DE 2010
3

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raul_gil

1)      – O que é ser corinthiano?

– É sofrer no paraíso

2)      – Como vai terminar o ano do Centenário para o Corinthians?

– Se continuar assim não vai ganhar coisa alguma. Confio muito no trabalho do Mano Menezes, mas ele exagerou nesse negócio de rodízio e o time perdeu a identidade.

3)      – O Brasil vai conquistar o hexa na África do Sul?

– Toda vez que saímos daqui meio desacreditados nós ganhamos. Acho que vamos trazer o hexa, sim.

4)      – Você convocaria Ronaldo?

– Não! Mas convocaria o Roberto Carlos. E também o Neymar e o Ganso.

5)     – Por que não chamar Ronaldo?

– É um gênio, a cabeça dele é como um robô para jogar bola, mas o corpo não obedece mais. Eu tiro por mim, que parei de jogar há 5 anos porque não tinha mais mobilidade. Mas fui um bom centroavante, um goleador. Cheguei a marcar 67 gols num só ano, 40 dos quais de cabeça. Acho que esses meus pulinhos que dou no palco ajudavam na hora da cabeçada.

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17
DE janeiro
DE 2010

10 frases de Roberto Carlos

postado por Marcondes Brito em Entrevista

17
DE janeiro
DE 2010
7

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Numa entrevista ao repórter Daniel Piza, no Estadão de hoje, o lateral Roberto Carlos deixou clara a sua intenção de voltar à seleção brasileira. A seguir, 10 frases do novo reforço do Corinthians:

1) - Ao contrário do que dizem alguns, eu estava muito bem no Fenerbahçe. Fui o jogador que mais esteve em campo nos últimos dois anos. Fiz 110 jogos pelo Fenerbahçe, sempre em nível alto.

2) - É, mas foi coisa minha, mais pessoal, sonho de infância (o fato de ter pensado em jogar no Santos). O Corinthians me ofereceu um projeto. Mostrou o que o Ronaldo tem e me ofereceu um também, relacionando a imagem do clube e a minha. E é o ano do centenário. Foi muita coincidência, tudo.

3) - Ouvi o Neto dizendo que se a gente não ganhar a Libertadores a dívida vai de R$ 100 milhões para R$ 500 milhões. Ele não sabe o que está acontecendo. A gente sabe. O Corinthians é um clube que vende muito, tem dinheiro de televisão, tem um marketing. A referência das pessoas talvez seja a história da MSI, que entrou e depois deixou a situação ruim, e houve aquele episódio em que a torcida quis invadir o campo quando o time de Tévez, Nilmar e outros perdeu na Libertadores.

4) - Também diziam que a seleção não ganhava Copa América (sobre o fato de o Corinthians nunca ter vencido a Libertadores). Fomos lá em 95, ganhamos; fomos lá em 97, também. O negócio é jogar mais bola que o adversário. Não tem essa de catimba. Futebol hoje é velocidade, experiência. Brasileiro quer se divertir com responsabilidade. Os números estão aí para demonstrar a superioridade do futebol brasileiro.

5) - A defesa está bem também (sobre o elenco corintiano). Temos o Chicão e o William, mas também o Paulo André, que é muito bom jogador, e agora chegou o Leandro, do Barueri. Com a espinha dorsal que tem o time – goleiro, zagueiro, meio-campo e atacante -, ficamos fortes.

6) - Acompanhei tudo (sobre o Corinthians). Desde a estreia do Ronaldo até o final. Se forçasse um pouco mais, o Corinthians teria sido campeão do Brasileiro também.

7) - O jeito como o Cafu e eu jogávamos era diferente. A gente marcava e atacava. Hoje só o Maicon faz isso. O Daniel Alves também tem jogado mais como meia. O Marcelo, no Real Madrid, também não é lateral.

8) - O Ronaldo, gordo ou magro, careca ou cabeludo, é sempre o Ronaldo.

9) - Em 1998 também reclamaram que eu chutei a bandeirinha. Chutei porque o juiz não viu que a bola não tinha saído. Ou a bicicleta que errei contra a Dinamarca. Ou essa história que inventaram sobre o meião. Eu estava onde tinha que estar. O Brasil não jogou bem? Então critica todo mundo, não precisa isolar um lance ou uma pessoa. O Parreira me cumprimentou porque consegui anular o Ribéry, que todo mundo dizia que era o jogador mais perigoso por ali.

10) - Eu já disse algumas vezes: eu não saí da seleção por ter perdido a Copa do Mundo ou por mau ambiente. Saí por causa de alguns jornalistas que quiseram acabar com minha carreira, inventando aquela história do meião. Não voltei para o Corinthians por causa da Copa do Mundo; voltei porque acabou meu ciclo europeu. Voltei para jogar pelo Corinthians, para ser campeão paulista, da Libertadores, brasileiro… Um dos três títulos vou ganhar, disso tenho certeza absoluta. Em três anos dá para ganhar uns quatro títulos pelo menos. Mas sei que se jogar bem posso voltar à seleção.

25
DE novembro
DE 2009

Nem Serra crê no Palmeiras campeão

postado por Marcondes Brito em Entrevista

25
DE novembro
DE 2009
14

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Líder em todas as pesquisas de opinião – embora oficialmente não tenha assumido sua candidatura à Presidência da República – José Serra não dá entrevista há muito tempo. Ele sabe que a simples aproximação de um jornalista pode levá-lo a falar sobre política, sobre a disputa interna com o também tucano Aécio Neves, sobre Dilma, sua principal adversária…

O tempo dirá se esta é a melhor estratégia. Mas o governador de São Paulo, palmeirense convicto, concordou em falar com o blog, desde que o assunto fosse exclusivamente sobre futebol. Ou melhor: sobre o Palmeiras. Qualquer outra pergunta foi rechaçada.

Como o sr. virou palmeirense?

- Creio que nasci palmeirense.

Qual o melhor Palmeiras de todos os tempos: a Academia ou aquele time que tinha Rivaldo e Roberto Carlos?

- São dois grandes esquadrões. No futebol é difícil fazer comparações pois os tempos são diferentes, os adversários são diferentes, há outra realidade. Mas se tiver que escolher o time do Rivaldo foi o melhor. Pois praticamente só tinha grandes craques em todas as posições.

Como se explica o “apagão” do Palmeiras nesta reta final do Campeonato Brasileiro?

- O time não se organizou para suportar a pressão de estar na frente e consolidar o título. Houve jogadores-chave lesionados, a insistência com jogadores que estão em má fase a continuar no time. E, também, num momento crítico, má atuação de juiz. Mas foi um todo, o apagão veio de um conjunto de ações.

O sr. ainda acredita no título?

- Difícil. Acredito num lugar na Libertadores.

13
DE novembro
DE 2009

Pre-sal é melhor que Copa e Olimpíada no Rio

postado por Marcondes Brito em Entrevista

13
DE novembro
DE 2009
5

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EXCLUSIVO: 5 perguntas a Armando Monteiro Netto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

EXCLUSIVO: 5 perguntas a Armando Monteiro Netto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

1)  – Como a indústria brasileira vê a preparação da infra-estrutura do Rio de Janeiro para sediar Copa/14 e Olimpíadas/16?

O Rio de Janeiro terá um extraordinário período de investimentos concentrados que poderá ter impactos significativos sobre a transformação da cidade. Os dois eventos geram oportunidades expressivas  de investimentos para a indústria da construção civil, de material de transporte e de equipamentos. As associações que participam da CNI através do Fórum Nacional da Indústria ( ABDIB, SINICON e CBIC) estão mobilizadas e tem feito um acompanhamento sistemático das oportunidades, inclusive através da elaboração de projetos.

2)  – Esses dois eventos podem significar a retomada do crescimento industrial do Rio?

Os dois eventos terão um impacto positivo sobre a economia do Rio mas as forças determinantes do crescimento industrial são mais complexas. O pre sal, por exemplo, poderá ter um impacto mais expressivo sobre a indústria. Há, no entanto, um impacto indireto importante: a melhoria da infraestrutura, em especial de transportes, e das condições de vida da cidade.Tudo isso gera um ambiente mais atrativo para a atração de novas empresas. Se a estes fatores somarmos, a criação de um ambiente mais positivo, otimista e de confiança no futuro, teremos ingredientes capazes de gerar um ambiente favorável ao desenvolvimento. Muitas das oportunidades ocorrerão na área de serviços e turismo.

3)  – Num primeiro momento, falou-se que não haveria investimento público para a Copa e para as Olimpíadas. O Sr. acredita que esta é uma missão apenas da iniciativa privada?

Há necessidade de investimentos públicos e privados. Investimentos públicos em infraestrutura são fundamentais. O ideal é que fossem criadas as condições de segurança contratual necessárias à atração do capital privado para a realização dos projetos dos estádios.

4)  – E depois da Copa do Mundo, esses estádios modernos não se transformação em grandes “elefantes brancos”?

Esse é um risco elevado que precisa ser evitado. É fundamental que os projetos sejam concebidos como arenas multiuso e que haja uma gestão profissional e, de preferência privada, para administrá-los.

5)  – Como o sr. analisa o fato de o Brasil ser a maior “indústria” de exportação de jogadores de futebol do mundo?

Um país penta-campeão tem vantagens comparativas naturais e é natural que seja um exportador de talentos. Mas a falta de profissionalização da gestão do futebol no Brasil tem também uma parte importante de responsabilidade. A construção e modernização de estádios para a Copa poderá ser uma oportunidade para um novo sistema de gestão do futebol mais voltado para as necessidades e interesses do torcedor. É a única forma de evitar a desvalorização desses ativos. Com melhor conforto para os torcedores, mais segurança e calendários e competições mais organizados, aumenta a chance de termos uma indústria de futebol mais competitiva. A perspectiva de um período de maior valorização do real também aumentará o potencial de retenção de jogadores.

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