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14
DE abril
DE 2012

Famosos elegem o melhor Santos de todos os tempos

postado por Marcondes Brito em Futebol

14
DE abril
DE 2012
69

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Numa edição especial da revista Veja, torcedores famosos escalaram o melhor Santos de todos os tempos. Entre eles , Marcelo Tas, do CQC, e Milton Neves, do Terceiro Tempo da Band. Miltão, um santista juramentado, comenta sobre o time escolhido, que ficou assim: Gilmar, Carlos Alberto, Ramos Delgado, Mauro e Léo; Zito e Clodoaldo; Neymar, Coutinho, Pelé e Pepe.
E você, o que acha dessa escolha?

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14
DE abril
DE 2012

Tsunami Carlinhos Cachoeira atinge até o futebol

postado por Marcondes Brito em Futebol

14
DE abril
DE 2012
28

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Ilustração: humorpolitico.com.br

O escândalo do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que provavelmente vai resultar numa Comissão Parlamentar de Inquérito, continua fazendo vítimas e causando polêmicas. Para completar este cenário, ele acaba de chegar também ao mundo do futebol com a acusação de doação de dinheiro para o jornalista Jorge Kajuru.

A acusação está no Blog do Paulinho que relata uma conversa captada pelo grampo da Polícia Federal, na qual o jornalista teria pedido para que valores fossem depositados na conta de Melissa Garcia Gonçalves Lopes, que apresenta, com ele, o programa “Kajuru sem Controle”, pela TV Esporte Interativo.

Sem papas na lingua, Kajuru reagiu em sua página no Twitter (@realkajuru), afirmando que “é dose responder a bandido de blog, a gente que sustenta blog… Não sou vendedor de publicidade, logo quem vendeu para o Kajuru Sem Controle não fui eu. Foi meu representante comercial em Goiás. Peço encarecidamente que a Polícia Federal me ouça urgentemente, ou segunda-feira os procurarei… Eu nunca fiz publicidade pessoal de nenhum Carlinhos Cachoeira… De uma de suas empresas Laboratório Vitaplan apenas aparecia abaixo dos vídeos do meu blog como apoio cultural”.

Comentário meu – Não demora muito e vão começar a associar esse famoso bicheiro à queda de Ricardo Teixeira da CBF; a medalha embolsada por José Maria Marin na Copa-SP; o fracasso do Flamengo na Libertadores; o atraso nas obras da Copa; a má fase da seleção de Mano Menezes; e até a gordura do Imperador Adriano. Tudo isso parece bobagem se observarmos que o escândalo de Cachoeira, como um grande tsunami, pode derrubar um senador da República e pelo menos dois governadores do Centro-Oeste.

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14
DE abril
DE 2012

Da série Histórias de Milton Neves – 11

postado por Marcondes Brito em Futebol, Histórias de Milton Neves

14
DE abril
DE 2012
5

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Diário do Miltão (sem cortes): como foram as reações do apresentador no Tri santista

Repórter Thiago Tufano, que acompanhou cada passo do jornalista conta os detalhes daquele dia

Eu não imaginava que o dia 22 de junho de 2011 seria tão diferente para mim. Apesar de saber que era dia de final de Libertadores, ao sair de casa, eu ainda nem fazia ideia se teria mesmo que fazer algum trabalho na partida entre Santos e Peñarol, no estádio do Pacaembu.

Mas, ao chegar na redação do Portal Terceiro Tempo, fui informado por Ednilson Valia, editor do TT, sobre a dura tarefa que teria naquele dia: acompanhar Milton Neves com uma câmera durante o jogo da noite, para registrar todas as reações de um dos maiores torcedores santistas em um dos jogos mais importantes que ele já assistiu no estádio.

Francamente, na hora fiquei bem contrariado. Nunca tinha feito um trabalho externo com o Milton, mas sabia que costumava ser uma das tarefas mais desgastantes que precisamos fazer aqui no Portal. Mas, claro, apesar do descontentamento, aceitei numa boa. Não tinha muita opção, também (risos).

E então, lá para umas 17h45, chegou a hora de sair. Milton invadiu a redação todo esbaforido, já pegando um pouco no meu pé por ainda não ter conseguido guardar todo o material necessário para realizar a cobertura. “Essa noite vai ser longa…”, pensei comigo mesmo depois que ele se acalmou um pouco.

Entretanto, assim que deixamos a redação, Milton parou de pegar no meu pé. Começou a me explicar o quanto havia esperado por esse jogo, como tinha acompanhado as outras finais de Libertadores que o Santos havia disputado, e tudo o que o Santos significava para ele em tudo o que aconteceu em sua vida.

Já trabalhava há um tempo com o Milton, o suficiente para olhar para ele como uma pessoa normal. E, como nunca havia saído para trabalhos externos com ele, me espantei ao ver a reação do taxista ao perceber que o apresentador entrava em seu carro. “Nossa, seu Milton. Que honra recebê-lo em meu carro”, disse, eufórico, o taxista. “Vamos para o Pacaembu, meu filho. Mas faça um caminho alternativo que o trânsito está infernal”, respondeu o impaciente jornalista.

Chegando ao estádio, Milton se tornou o centro das atenções da torcida santista. Uns o cumprimentavam. Outros brincavam, dizendo que ele deveria ir embora, por conta de seu famoso pé frio. E, depois de muito custo, conseguimos entrar na área reservada à imprensa.

Na cabine da Rádio Bandeirantes, era impressionante o movimento de pessoas querendo entrar para tirar uma foto ou mesmo para fazer uma entrevista com o Milton. Inclusive, um rapaz de uma rádio do interior pediu para tirar uma foto comigo. Isso mesmo. Comigo. “Ah, é que você está com o Miltão”, disse ele. Não entendi muito bem, mas deixei de filmar por um momento para atender ao pedido do simpático repórter.

E então começou o jogo. Eu tentava filmar simultaneamente as reações do Milton com o que acontecia no gramado. O que parecia praticamente impossível, já que, nervoso e impaciente, ele não parava quieto um minuto. Deitava a cabeça no ombro do Silvério (até hoje não sei o motivo), ou estorvando de alguma forma o Mauro Beting… Não foi fácil.

E eis que, em dado momento da partida, após passar o dia inteiro pensando que esta pauta seria uma das mais chatas da minha vida, eu percebo que estava assistindo a um jogo de final de Copa Libertadores da América, na cabine da Rádio Bandeirantes, junto com José Silvério, Mauro Beting e Milton Neves. Caras que eu acompanho tanto no rádio ou TV desde que me conheço por gente. A partir desta percepção, a tarefa passou a ser mais agradável para mim.

Aí, a bola chega a Neymar no lado esquerdo do ataque santista. Peguei a câmera rapidamente e pensei: “pô, tem que ser agora”. Consegui enquadrar o lance e o rosto do Milton, e então sai o gol. Perfeito! O que já havia gravado na hora do tento anotado pelo craque santista estava de bom tamanho. O histórico beijo em Mauro Beting foi a cereja do bolo.

Minutos mais tarde, foi a vez de Danilo avançar pelo lado direito e bater cruzado. Mais uma vez perfeito! Consegui gravar o lance do gol novamente junto com a reação do Milton. E claro, mais uma vez, um beijinho em Mauro Beting. Não vem ao caso, mas, para mim, esse segundo já teve um pouco de cena (risos).

O gol do Peñarol saiu, e eu, com pouca bateria na câmera, não consegui flagrar a reação do jornalista no momento. Só gravei depois a calorosa discussão entre ele e alguns correspondentes uruguaios que comemoraram o tento na tribuna de imprensa. “Corta isso do vídeo, garoto. Pelo amor de Deus”.

O jogo acabou, ele começou a chorar e a brigar novamente com os uruguaios. Gravei mais um pouco e a bateria chegou ao fim. Agora, era a hora de correr para a redação para editar todo o vídeo para entrar no ar na manhã seguinte.

Grande parte da equipe do Portal Terceiro Tempo passou aquela madrugada em claro colocando todo o material conseguido no estádio no site. A edição do vídeo ficou com Diogo Miloni, já que eu não tinha tanta experiência nesse tipo de trabalho.

Lá para umas 3h da manhã, eis que surge Milton Neves. Ele olhou para o resto de umas pizzas que tínhamos pedido e perguntou: “vocês vão comer isso aqui?”. E, gelada mesmo, levou para seu quarto os pedaços que não havíamos comido. Ante de dormir, voltou até a redação e lembrou: “Tufano, não esquece de cortar as coisas que eu falei para os uruguaios, hein?”. Passei o recado para o Miloni e segui com meu trabalho.

Naquele dia, sai do prédio onde fica a redação do Portal Terceiro Tempo umas 7h30. Cansado como nunca estive na minha vida. Mas, no metrô, quase que desistindo de lutar contra o sono, não conseguia tirar da minha cabeça a imagem da cabine da Rádio Bandeirantes no Pacaembu, com Milton, Mauro e Silvério. Sabe quando você imagina por tanto tempo uma coisa, e do nada você está lá, realmente vendo como é. Pois é. E acho que essa cena nunca mais sairá da minha cabeça.

E o resultado deste cansativo dia de trabalho você confere no vídeo disponível na página do blog Terceiro Tempo (clique aqui).

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