Blog do Follador – O Cara da Previdência

CAT | Previdência Privada

ago/13

29

Chegando aos 85

Você, amigo,  pensa no futuro?

Se sim, já imaginou onde estará comemorando seus 85 anos?

Olha, essa é uma visão absolutamente provável para a média dos cidadãos brasileiros e a maioria que me respondeu essa pergunta numa palestra me disse que estaria viajando com os amigos.

A longevidade está aumentando e a sobrevida de um brasileiro que chega aos 60 anos é sim de mais 25 anos.

Agora, vem outra pergunta: e como você estará de saúde nos seus 85 anos? Sim, porque não adianta chegar aos 85 anos entrevado, limitado, sem autonomia motora ou sem consciência, acometido de doenças degenerativas como câncer ou Alzheimer.

Essa é a grande questão: não adianta ter mais vida sem qualidade de vida.

Quando alerto as pessoas para pouparem para a última etapa, falo somente de um aspecto, o financeiro, pois fundamental para podermos ter a mesma renda sem precisar trabalhar. Mas e o resto?

O resto, como cuidar da saúde física, mental, emocional e espiritual ao longo da vida é o que vai determinar lá na frente se valeu a pena a longevidade maior.

Por isso, exercite-se, faça check-up rotineiramente, alimente-se bem, mantenha-se atualizado, aprenda coisas novas, conviva com amigos, socialize e, acima de tudo, sempre tenha um novo projeto ou sonho em mente.

 

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ago/13

14

Sem idade

Criança, adolescente, jovem, maduro, velho. Rotulamos as fases da vida como se todos os seres humanos fossem e pensassem exatamente igual.

Por exemplo: quem tem mais de 60 anos é velho. E utiliza-se essa idade em muitos países para que as pessoas tenham direito à aposentadoria.

Engraçado é que essa hipotética divisão etária existe há mais de 50 anos, embora o mundo e a longevidade tenham mudado radicalmente nesse longo tempo.

Por isso, estou criando uma nova faixa etária: os sem idade. Isso mesmo, em inglês, ageless.

Aqui incluo todos os que, independentemente da idade na carteira de identidade, são, digamos assim, atualizados, antenados, curiosos, desapegados do passado, ávidos pelas novidades, pelo conhecimento e pelas novas tecnologias. Os sem medo do novo. Os sem preguiça, os que se exercitam. Os otimistas, engraçados e sonhadores. Os que não perdem a esperança nunca.

São eles os que não se aposentam; pelo menos da vida. Os que têm sempre um novo projeto ou desafio. Gente que nunca envelhece; que amadurece.

Pessoas que poupam, pois acreditam que vão viver muito. E vão. Que vêem todo dia como importante, pois o primeiro do seu futuro.

Sem idade é quem não tem idade, mas vida. E que não quer perder o espetáculo que é vivê-la.

 

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Nos últimos 30 anos a expectativa de vida do brasileiro subiu 11 anos.  Passou de 63 para 74 anos. Incremento anual de 3 meses e 29 dias. E os idosos já são 13% da população.

Expansão das redes de água tratada e de esgoto, aumento da escolaridade das mulheres – o que, por sua vez, contribuiu para reduzir a mortalidade materna e infantil-, campanhas anuais de vacinação, o SUS, programas de transferência de renda para os mais pobres e o avanço das tecnologias médicas tiveram papel importante nessa evolução.

Com o envelhecimento da população, porém, haverá cada vez mais aposentados, que receberão benefícios por mais tempo que os atuais. E considerando-se que mais de 70% da população com mais de 65 anos tem alguma doença crônica, vem aí uma conta pesada para pagar na previdência e na saúde.

Por outro lado, houve uma época que a demanda por mais escolas era recorrente. Perceberam que diminuiu? Sabem por quê? Porque nascem menos brasileirinhos que no passado. Hoje a taxa de natalidade está em só 1,7 filhos por brasileira.

Nesse ritmo, em breve teremos escolas sem alunos e idosos sem teto. E talvez tenhamos que transformar as escolas em abrigos para idosos.

Sinal da evolução; pelo menos demográfica.

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Os homens têm mais dificuldade que as mulheres para envelhecer. Eles se cuidam menos, pouco se exercitam fisicamente, raramente vão ao médico e, por conseqüência, têm mais problemas de saúde e vivem menos. A constatação é resultado de pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz.

Das mulheres e homens com mais de 60 anos analisados, 54% delas se exercitam, enquanto entre os homens só 46%.

Entre as idosas, 74,9% nunca fumaram e, entre os homens, só 20%.
Em grupos de 10 mulheres, 8 compareceram a consultórios médicos no ano anterior à pesquisa. Entre os homens, apenas 5 procuraram tratamento no mesmo período.

Os estudos mostram ainda que os idosos têm menos autonomia doméstica do que as idosas. Entre elas, 17% moram sozinhas. Entre eles apenas 9%.

Pois é, a dupla jornada, que parecia ser uma desvantagem, acabou preparando melhor a mulher para a velhice. O fato de ter se dividido entre casa, trabalho, cuidado com filhos e marido, fez com que ela adquirisse mais habilidade para se adaptar a essa nova fase da vida.

Isso somado ao instinto previdente das mulheres justifica os 5 anos a mais de vida média delas em relação a nós.

Fazem por merecer.

 

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ago/13

5

Perseverante

Hoje, estava na academia observando as pessoas fazendo exercícios.

Tinha um jovem que, apesar de ter que fazer 20 repetições, cansava na 14ª., desistia na 15ª.

Ao seu lado um homem de meia-idade, 50 anos- é, 50 é meia idade nos dias de hoje, quando não é mais raro chegar aos 90 anos. Ele sempre completava a série de 20 repetições.

Isso me faz lembrar de um professor que me dizia que o mundo se divide entre perdedores e vencedores. Que não há meio termo.

Perdedores são os que ficam pelo meio do caminho. Não importa a idade que tenham, nunca completam o ciclo, nunca terminam a caminhada, nunca atingem seus objetivos. Como o jovem de 20 anos da academia.

Já os vencedores- também não importa a idade- são os que nunca desistem, os que nunca se curvam diante do cansaço e das dificuldades no caminho.

O que lhes mantém sempre em frente é a perseverança.

A vida é assim, queiram ou não: o covarde nunca tenta, o perdedor nunca persiste e o vencedor nunca desiste.

Quem faz previdência comigo me ouve estimulá-lo a nunca desistir. A ser teimoso para ter sucesso na vida. Pois a diferença entre o possível e o impossível está numa palavra: determinação.

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ago/13

2

Equilíbrio

O filósofo chinês Lao-Tsé dizia que grandes realizações são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos. E todos nós já ouvimos dizer que uma grande caminhada começa com um primeiro passo.

Esses dois pensamentos encerram a decisão de contratar uma previdência privada e garantir conforto financeiro no futuro.

Todo dia encontro gente dizendo: ah, Follador, te escuto todo dia na CBN e estou pensando em poupar para a aposentadoria. Mas passam a vida pensando, não dão nunca o primeiro passo. Não sabem que todo sonho tem por inimigo a inércia.

Meu avô dizia: na vida, tomamos decisões a todo instante, e mesmo quando não decidimos, tomamos a decisão de não fazer nada. E se estamos indecisos, é porque sabemos muito bem o que queremos, mas achamos que devíamos querer outra coisa.

Tem gente que me diz: ao invés de guardar, gasto hoje quando tenho saúde, pois não sei como será o dia de amanhã. Pois eu sei: será uma droga. Sem dinheiro, sem poder manter o padrão de vida que tinha antes e, talvez, sem saúde, pois sem recursos para preservá-la.

Na verdade essas pessoas que não estão nem aí para o futuro já tomaram a decisão de encurtar a vida. Pelo menos a vida que tinham antes.

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O José é dentista, autônomo, e também tem um cargo público em meio período num município da Grande Curitiba. Caso comum também de médicos.

Recentemente, aposentou-se pelo INSS e, no próximo ano, pretende aposentar-se no setor público. Me pergunta se o tempo de recolhimento ao INSS conta para a segunda aposentadoria no setor público.

Vamos lá. Primeiro, é possível sim aposentar-se no INSS e no setor público.

Assim, se ele trabalhou um período como autônomo no setor privado- no consultório, por exemplo- e recolheu para o INSS no carnê, ele tem direito a uma aposentadoria.

Se, concomitantemente, ele atendia meio período na Prefeitura e recolheu para o Regime Próprio do município, terá direito à segunda aposentadoria.

Quanto ao tempo de contribuição, o tempo usado para uma aposentadoria não pode ser utilizado para conseguir a outra.

Nos dois regimes o exigido é 35 anos para os homens em atividades normais mas, no caso de profissionais expostos a riscos ou insalubridade, há uma redução da carência no INSS. No caso dele, era de 25 anos.

Logo, todo o tempo de INSS excedente aos 25 anos já considerados podem sim ser somados ao tempo no serviço público para a aposentadoria neste último.

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jul/13

31

Aposentar-se sim, parar não

O Silas tem 55 anos, 35 de contribuição ao INSS e me pergunta de deve se aposentar e parar de trabalhar.

Olha, por incrível que pareça, no Brasil aposentar e parar de trabalhar são duas coisas diferentes, porque aqui não existe idade mínima para aposentadoria e as pessoas têm direito a pedi-la muito jovens.

Voltando ao Silas a resposta é: aposentar-se sim, parar de trabalhar não. Com 55 anos ele é muito jovem. Eu iria até os 65 anos em atividade. Mesmo parando nessa idade, ainda teria, segundo a longevidade do brasileiro, mais uns 20 anos de vida pela frente na condição de inativo. E isso é um bom tempo para lazer.

Agora outra recomendação: depois de se aposentar pelo INSS, fuja da tentação de usar o dinheiro da aposentadoria enquanto estiver em atividade profissional. Poupe toda a aposentadoria da previdência social numa previdência privada até atingir os 65 anos.

Lá na frente serão duas aposentadorias: a do INSS, que conseguiu aos 55 anos e outra da previdência privada aos 65 anos.

E é bem provável que os 10 anos de poupança previdenciária privada acabem representando uma renda maior que os 35 anos de contribuição na previdência social.

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jul/13

30

Dar exemplo

O culto aos heróis é sempre mais intenso onde menos se respeita a liberdade humana.

Da mesma forma, o culto aos ídolos é sempre mais forte onde menos se encontra semelhantes a eles.

O Papa Francisco comoveu os brasileiros exatamente por representar uma casta de seres humanos diferente da maioria dos líderes que governam o país hoje.

A humildade, a bondade, o desapego, a simplicidade, a coerência, o espírito de justiça, a honestidade, a proximidade com seus semelhantes destoam complemente das lideranças nacionais, que raramente possuem sequer uma dessas qualidades, que dirá todas.

De tudo que aprendi na escola e na vida, cheguei à conclusão que se educa mais e melhor pelo exemplo.

O trabalho para mudar as lideranças públicas de nosso país depende de mudarmos primeiro a nós mesmos para depois escolhermos melhor quem deve nos representar. E isso pode levar uma geração.

Mas se a presidente optasse por passar para a história ao invés de para o próximo mandato, poderia, independentemente de Congresso e de políticos começar a mostrar o caminho.

Como? Diminuindo o governo, cortando pela metade os ministérios e substituindo corruptos por gente competente, o que depende só dela. Estou certo que vai economizar dinheiro mas, acima de tudo, dar exemplo.

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As vantagens da previdência privada ficam incontestáveis com o tempo de investimento.

Sempre que o horizonte se alonga, as boas notícias brotam. É por isso que se diz que é uma aplicação de longo prazo, para 20, 30, 40 anos.

O Núcleo Técnico da Abrapp, a Associação que congrega os fundos de pensão brasileiros, divulgou os resultados dos últimos 10 anos.

A rentabilidade acumulada de 2003 para cá atingiu 400%, muito acima da chamada meta atuarial do período, que ficou em 216,81%. Meta atuarial é a estimativa de quanto deve render o Plano para que as aposentadorias prometidas possam ser pagas.

Com o retorno dos fundos de pensão de quase o dobro do esperado- e a manter-se essa performance- quem contribuiu sonhando com R$ 4.000,00 de aposentadoria terá R$ 8.000,00.

O estudo mostra também que, dos investimentos feitos pelos fundos de pensão, os imóveis foram os de melhor retorno no período de 10 anos: 593%. Quase junto estão as ações com 588% de rentabilidade, os dois bem à frente da renda fixa, como investimentos em títulos públicos, que renderam 340%.

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