Férias

11 de julho de 2014

É com imenso, mas imenso prazer que informo os meus leitores que estarei de férias entre 14 a 28 de julho. Entendam que sinto muitas saudades de vcs, dos comentários e dos pitacos, mas é muito bom dar uma desligada.

A gente volta a se reencontrar dentro de duas semanas.

Um grande abraço,

Campinas terá fábrica chinesa de ônibus elétrico

11 de julho de 2014

A gigante chinesa BYD apresenta na próxima segunda-feira o ônibus elétrico que vai começar a produzir em Campinas ainda neste mês.

A fábrica da montadora, que funcionará no TIC (Terminal Intermodal de Cargas), no limite de Campinas e Sumaré, irá gerar 400 empregos diretos e investirá R$ 200 milhões no município.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Campinas, Samuel Rosilho, além da planta, será instalado um centro de pesquisa e desenvolvimento de alta tecnologia e uma área será destinada a produtos movidos por energia solar. A fabricante é conhecida pelos investimentos em veículos elétricos e integra um grupo que produz baterias de íons de lítio, usadas em celulares e outros equipamentos.

O modelo do ônibus a ser produzido em Campinas é similar ao de um movido a diesel e tem uma autonomia de 300 km após cinco horas de recarga. Rossilho disse que os equipamentos da nova fábrica já estão sendo entregues. “O funcionamento será imediato. Desde o início deste governo buscamos atrair a empresa para Campinas. Na próxima semana, os executivos da empresa estarão com a presidente Dilma Rousseff e eles irão anunciar mais investimentos no Brasil e nós queremos trazer para cá”, disse.

O secretário explicou que a montadora irá se beneficiar de incentivos fiscais de ISSQN (Imposto de Serviço Sobre Qualquer Natureza) e de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). O projeto de lei com as reduções, principalmente para o setor com vocação de alta tecnologia, será enviado à Câmara de Vereadores até o fim do mês.

R$ 1 bi

É o valor do investimento da montadora BYD no Brasil

 

Vereadores de Sumaré não votam projeto de reestruturação do DAE

11 de julho de 2014

Os vereadores de Sumaré não votaram nesta quinta-feira o projeto de lei que reestrutura o DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Sumaré. Os parlamentares se sentiram pressionados com a fala do presidente da DAE, Valmir Ferreira da Silva, que afirmou que, caso o projeto não seja aprovado, os serviços prestados pela autarquia à população sumareense – principalmente a captação, tratamento e distribuição de água tratada. Eles também não votaram a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para 2015 de R$ 741 milhões.

O plano de reestruturação do departamento que mantém 73 cargos de comissionados (contratados sem concurso público). A medida atende a uma ordem do TJ (Tribunal de Justiça de São Paulo) que determinou a extinção de 139 dos 160 cargos de assessoria no departamento. A ação é oriunda de 2006 e o Ministério Público questionava a falta de atribuição da maioria dos cargos e a ausência de escolaridade para preenchimento dos cargos, entre outros motivos.

A polêmica se deu porque a direção da autarquia veio a público para afirmar que se os vereadores não votarem o projeto de lei “Há a informação de que o DAE tem 480 funcionários. Então quer dizer que apenas 73 tocam a empresa e não há necessidade dos outros? É absurdo jogar sobre a Câmara essa responsabilidade”, disse o vereador Geraldo Medeiros (PT).

CEI

O assunto colocou mais lenha na fogueira, já que o Legislativo de Sumaré está com uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) em andamento para investigar suposta irregularidade na futura concessão do DAE para a iniciativa privada.

De acordo com Medeiros, presidente da CEI, a comissão foi proposta porque não há transparência na condução do processo. “Faltou debater o assunto com a população. O que sabemos é que a concessão será de 30 anos, mas os valores são uma incógnita: falam em 345 e 360 milhões e uma outorga de R$ 80 milhões. Queremos saber quais foram os parâmetros para estabelecer os valores. Não teve clareza e transparência nas informações”, disse o petista.

A prefeitura de Sumaré não retornou as ligações.

Dilma terá mais tempo de televisão

11 de julho de 2014

 

A candidata à reeleição à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) é a que terá mais tempo de televisão no horário eleitoral gratuito, de acordo com a estimativa de tempo entre os 11 candidatos divulgados nesta quinta-feira (10/07) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O horário começa no dia 19 de agosto.

Segundo os dados, a coligação Com A Força do Povo, encabeçada pela petista, terá 11 minutos e 48 segundos. A coligação Muda Brasil, do candidato Aécio Neves (PSDB), ficou com quatro minutos e 31 segundos. Eduardo Campos, da Coligação Unidos pelo Brasil, terá um minutos e 49 segundos.

O restante do tempo no rádio e na TV ficou dividido entre o PSC, do Pastor Everaldo (um minuto e oito segundos); PV, de  Eduardo Jorge (um minuto e um segundo); PSOL, da candidata Luciana Genro (51 segundos), e Eymael, do PSDC (47 segundos). Os candidatos Levy Fidelix (PRTB), Zé Maria (PSTU), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) terão 45 segundos para expor suas ideias.

O bloco de 20 minutos que será destinado aos que disputam a Presidência da República foi dividido de acordo com o número de partidos e coligações que registraram candidaturas ao cargo e a suas representações na Câmara dos Deputados.

O TSE definirá a primeira ordem de exibição dos programas em sorteio no dia 5 de agosto. Nos programas seguintes, a ordem seguirá o critério de rodízio. Caso a disputa vá para segundo turno, o bloco de 20 minutos será dividido de forma igualitária entre as coligações.

Os números serão apresentados aos partidos em audiência pública na próxima quarta-feira (16). Após as coligações tomarem conhecimento da minuta, o plano de divulgação definitivo será colocado em votação no plenário do tribunal.

 

 

Concessão e cargos de confiança do DAE de Sumaré opõe Câmara e Prefeitura

10 de julho de 2014

A reestruturação administrativa e a concessão do DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Sumaré está colocando em pé de guerra a Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Sumaré.

Às 19h desta quinta-feira os vereadores vão votar o plano de reestruturação do departamento que mantém 73 cargos de comissionados (contratados sem concurso público). A medida atende a uma ordem do TJ (Tribunal de Justiça de São Paulo) que determinou a extinção de 139 dos 160 cargos de assessoria no departamento. A ação é oriunda de 2006 e o Ministério Público questionava a falta de atribuição da maioria dos cargos e a ausência de escolaridade para preenchimento dos cargos, entre outros motivos.

A polêmica se deu porque a direção da autarquia veio a público para afirmar que se os vereadores não votarem o projeto de lei os serviços prestados pela autarquia à população sumareense – principalmente a captação, tratamento e distribuição de água tratada – podem ficar em risco em pleno momento de crise hídrica, segundo o presidente do DAE, Valmir Ferreira da Silva.

“Há a informação de que o DAE tem 480 funcionários. Então quer dizer que apenas 73 tocam a empresa e não há necessidade dos outros? É absurdo jogar sobre a Câmara essa responsabilidade”, disse o vereador Geraldo Medeiros (PT).

CEI

O assunto colocou mais lenha na fogueira, já que o Legislativo de Sumaré está com uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) em andamento para investigar suposta irregularidade na futura concessão do DAE para a iniciativa privada.

De acordo com Medeiros, presidente da CEI, a comissão foi proposta porque não há transparência na condução do processo. “Faltou debater o assunto com a população. O que sabemos é que a concessão será de 30 anos, mas os valores são uma incógnita: falam em 345 e 360 milhões e uma outorga de R$ 80 milhões. Queremos saber quais foram os parâmetros para estabelecer os valores. Não teve clareza e transparência nas informações”, disse o petista.

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