Recado

1 de julho de 2015

Pessoal, nos próximos dias não irei postar notícias porque estou indo ao Paraná. Meu sobrinho, que tinha uma doença rara, morreu nesta quarta-feira.

Motoristas de vans escolares fazem protesto em frente à prefeitura

1 de julho de 2015

Os motoristas de vans escolares realizam na manhã desta quarta-feira (01/07) nas ruas do Centro da cidade um protesto contra o uso da cadeirinha no município. De acordo com legislação federal, todas as vans terão de usar os equipamentos para transportar crianças até 7 anos a partir de março do ano que vem, de acordo com o  Intescamp (Sindicato dos Transportadores Escolas de Campinas e região).

Neste momento, os motoristas estão parados em frente ao Paço Municipal, sede do governo Jonas Donizette (PSB). Há lentidão no trânsito.

Os sindicalistas afirmam que a obrigatoriedade é nociva para a categoria porque os próprios fabricantes dos veículos afirmam ser impossível adaptar os veículos com cintos que tenham três pontos – necessário para a colocação das cadeirinhas. Atualmente são os carros têm dois pontos.

 

 

Relógio ponto no M. Gatti inicia em agosto

1 de julho de 2015

Dentro de 30 dias, o presidente do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, Marcos Pimenta, pretende iniciar o controle da jornada de trabalho dos servidores da unidade hospitalar. Os testes do monitoramento começam neste mês. “Mas isso não valerá como registro”, explicou o presidente, se referindo ao período de testes.

Segundo Pimenta, hoje o controle da frequência  dos funcionários é feito por meio de uma ficha em que eles registram, de forma manual, os horários.

A implantação do controle da jornada de trabalho dos servidores municipais foi discutida dentro do Conselho Municipal de Saúde. Havia uma resistência por parte dos servidores.

“O relógio ponto dará mais transparência no processo. Será bom tanto para o paciente quanto para o profissional”, disse Pimenta.

Segundo Pimenta, foram adquiridos, por meio de pregão, 10 equipamentos para registros de ponto, que também têm controle biométrico. Ele disse que a instalação está na parte final de cabeamento.

O custo aos cofres públicos da implantação do sistema, que inclui os equipamentos e o software, foi de R$ 27,4 mil.

O Mário Gatti tem 1,7 mil funcionários, sendo que, destes, 450 são médicos e 650 são da área de enfermagem (técnicos, auxiliares e enfermeiros). Os demais são servidores de apoio e administração.

A unidade hospitalar realiza 1 mil consultas por dia nos pronto-socorros adulto e infantil. Além disso, são feitos cerca de 400 atendimentos diários no setor de especialidades.

Promotoria 

A medida é resultado da orientação do MPF (Ministério Público Federal) de Campinas, que solicitou em agosto de 2013 que as prefeituras da região de Campinas instalassem um sistema de ponto eletrônico nas unidades de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde) para acompanhar com maior rigor a frequência de profissionais.

O pedido da Promotoria se deu por causa de denúncias feitas por pacientes de ausências de médicos, principalmente em feriados e finais de semanas, em unidades de saúde do SUS.

A mesma orientação foi dada para outros 31 municípios

Pimentel disse que vê abusos de pedidos de prisão temporária e mandados de busca e apreensão

30 de junho de 2015

Alvo de uma operação da Polícia Federal, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, criticou nesta terça-feira (30/06) o uso de instrumentos como a prisão temporária e os mandados de busca e apreensão por parte da Justiça e afirmou que o Brasil vive uma situação de clara ameaça às garantias individuais. A operação Acrônimo investiga supostos desvios de recursos para campanhas do PT.

“Vejo com muita preocupação o acirramento, esse clima de acirramento. A utilização abusiva de instrumentos que, segundo a lei, são instrumentos de exceção “,  disse o petista. Segundo Pimentel, as prisões temporárias são instrumentos para serem usados “em último caso”, assim  como os mandados de busca e apreensão.

A sua fala foi em resposta ao questionamento da Operação Acrônimo, da PF, que cumpriu mandados de busca e apreensão em Minas Gerais e efetuou prisões. “Estou me referindo de maneira geral à situação que existe no Brasil de clara ameaça ao capítulo das garantias individuais [previstas] na Constituição brasileira”.

Em maio, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na antiga residência da mulher do governador, Carolina Oliveira. Na ocasião, de acordo com o advogado Pierpaolo Bottini, que representa Fernando Pimentel, Carolina “viu com surpresa a operação de busca e apreensão”.

Também na última quinta-feira o governador foi alvo de uma nova fase desta Operação. A PF teria encontrado indícios de que a campanha de Pimentel não teria declarado à Justiça Eleitoral pagamentos à Gráfica Brasil, do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené.

Porém, o governador disse estar tranquilo e absolutamente convicto de que tudo será esclarecido. “Confio na Justiça brasileira”.

 

Com Agência Brasil

 

Dilma diz que não demitirá ministros com base em denúncias da imprensa

30 de junho de 2015

A presidenta Dilma Rousseff voltou a criticar nesta terça-feira (30/06) o que considera “vazamento seletivo” de depoimentos de delação premiada de investigados da Operação Lava Jato. Ela disse que não vai demitir ministros baseada em denúncias veiculadas pela imprensa e acrescentou que condenar sem provas é uma prática da Idade Média.

“Estranhamente, há um vazamento seletivo que alguns têm. E aí, durante um tempo, podem falar o que quiserem porque aqueles que são mencionados não têm como se defender, porque não sabem do que são acusados”, criticou Dilma, em entrevista ao lado do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, após reunião de trabalho na Casa Branca.

No fim de semana, jornais publicaram trechos da delação premiada do presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, em que o executivo cita dois ministros próximos da presidenta Dilma Rousseff, o da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, como beneficiários do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

“Nunca demiti ministro, ou aceitei ministro nomeado pela imprensa ou demitido pela imprensa. E, assim sendo, vou aguardar toda a divulgação dos fatos para avaliar a situação. Agora, em princípio, acredito que seja necessário pelo menos que todos nós tenhamos acesso à mesma coisa. O governo brasileiro não tem acesso aos autos”, reclamou.

Dilma acrescentou que é preciso respeitar o direito à defesa, conquistado com a democracia, e reiterou que não se pode condenar alguém sem provas. “A obrigação da prova é ser formada com fundamentos e não simplesmente com ilações ou sem acesso às peças acusatórias. Isso é um tanto quanto Idade Média, então não é isso que se pratica hoje no Brasil.”

A presidenta também defendeu a Petrobras. Disse que as denúncias de corrupção que envolveram alguns diretores não podem ser generalizadas para toda a estatal e que agora a empresa está bem gerida. “A Petrobras não é uma empresa sub judice [sob apreciação criminal]. A Petrobras é uma empresa em pleno uso da sua atividade.”

Fonte: Agência Brasil

 

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