o mundo gira e a lusitana roda…
20 de April de 2010
Este mocó está de mudança para outro domínio. Logo mais, assim que souber dos detalhes, explico melhor.
Aguarde!
Comente (27)20 de April de 2010
Este mocó está de mudança para outro domínio. Logo mais, assim que souber dos detalhes, explico melhor.
Aguarde!
Comente (27)12 de April de 2010
Há 18 anos, circulava pela primeira vez a “Revista da Folha”…
Ontem, ela deixou de existir depois de 910 domingos. A coluna “Barbara Responde” esteve presente em todas as edições da revista, sem exceções.
Sucesso de audiência, ela já foi a coluna mais lida da edição mais vendida da semana, que é a de domingo, e por muitos anos eu fui mais reconhecida pelas respostas irreverentes à perguntas criativas de leitores do que por qualquer outra coisa que escrevesse.
Agora acabou a brincadeira, mas já existem planos, quem sabe, de recolocar a “Barbara Responde” em outras plagas.
Vamos aguardar.
Enquanto não sabemos o que irá acontecer, gostaria de agradecer a todos os leitores que enviaram perguntas para a coluna. Pelo bom humor, pela inteligência, por entrar na brincadeira e por perder seu tempo precioso comigo.
E um agradecimento especial para a leitora Denise Rossi, de Taubaté, que durante anos e anos enviou perguntas diariamente e foi, de longe, a mais publicada na revista.
Em frente!
Comente (36)06 de April de 2010
Quer dizer que o Ricky Martin saiu do armário e declarou publicamente que é gay?
Ora, ora.
E eu não sei disso de longa data?
Mais precisamente, desde o Carnaval de 1997, quando o conheci no Rio de Janeiro. Estava hospedada no Copacabana Palace com uma turma de amigos e ele também estava no hotel, só que sozinho. E, como o meu pessoal fazia uma fuzarca daquelas na piscina todos os dias, no esquenta para a ida ao camarote da Brahma, o Ricky foi achando graça e se chegando na gente.
Ele é um super, híper, mega fofo, menino adorável, totalmente do bem.
Lembro que saímos para almoçar juntos uma ou duas vezes e que as fãs aglomeradas na entrada do Copa, que começavam a gritar assim que ele dava as caras no hall, chegaram a pedir o meu autógrafo pensando que eu fosse a mãe do Ricky Martin.
É claro que entrei na brincadeira e, falando o meu roto portunhol, cheguei até a distribuir uns “Mrs Martin” rabiscados no papel.
Mas nem todo mundo na minha turma foi com os cornos do Ricky.
O amigo que proporcionou a estada no Copa estava acompanhado de uma dessas bichas infláveis, que hoje são chamadas de “barbie”. Era um sujeito super saradão, se quisesse entrar pro Village People bastaria colocar nele um boné de polícia na cabeça, porque a sunga e o bigodão ele já tinha.
No meio da nossa estada, meu amigo começou a encrespar feio com o Ricky Martin. Perguntei o motivo de tanta antipatia e ele me disse que o ex-Menudo não parava de ligar para o quarto dele atrás da boneca inflável.
E, como meu amigo não é exatamente um adônis, bastou o Ricky insistir um pouco que lá se foi a biba de mudança para o quarto dele, deixando meu amigo numa fossa miserável.
O mais engraçado é que, agora olhando para as fotos do namorado de Ricky Martin, responsável aparentemente por tê-lo feito revelar sua homossexualidade publicamente, reconheço uma notável semelhança física entre ele e aquele senhor que saiu de um quarto para o outro na calada da noite.
Coisas da vida, até hoje meu amigo não começa nenhuma frase sobre o cantor sem colocar um FDP antes do nome Ricky Martin.
P.S. Na galeria de fotos deste mocó, há uma foto minha com Ricky Martin na piscina do Copa, no fatídico Carnaval mencionado aqui.
Comente (35)27 de March de 2010
Passo a semana em Fortaleza a trabalho, nos falamos na segunda-feira depois da Páscoa!
Fique bem e não se entupa de chocolate, guloso!
Comente (12)25 de March de 2010
Sob novo comando na Redação, a Folha mudou de ritmo e já começa a mostrar como pretende lidar com os incríveis desafios que o jornalismo impresso enfrenta. Nada contra a antiga secretária de Redação, muito ao contrário.
Mas novos tempos demandam novas soluções. E os primeiros 10 dias do novo comando demonstram que o jornal compreende a futilidade de tentar competir com o noticiário online. E que o olhar inédito, a análise e a variedade de opinião serão a pedra fundamental da salvação dos jornais.
Além, é claro, de chegarmos ao consenso de que só dá para fazer um grande jornal tendo uma versão online que funcione em absoluta harmonia. O que demanda que, no futuro, se passe a cobrar pelo conteúdo online do jornal.
Não falo em nome da Folha, dou apenas a minha modestíssima opinião.
Esse parece ser o caminho. Prestígio e credibilidade têm preço e notícia confiável, que custa para produzir, não pode ser oferecida de graça.
Escreva: daqui a pouco, quem quiser informação sem pagar nada por isso, será mal-informado.
Comente (22)25 de March de 2010
Mais uma vez, hoje, vejo no jornal o presidente Lula desqualificando a imprensa. Isso é grave e deveria ser levado muito a sério.
O presidente da República chama os principais jornais do país de “tablóides”, apenas porque se irrita com editoriais que não lhe são favoráveis.
A demonstração de intolerância com a crítica e a necessidade de desabonar quem a faz jogam luz sobre uma característica do presidente que, a cada dia, fica mais evidente: Lula não é exatamente o mais democrático dos seres que caminham sobre a face da terra.
O mais grave é que, na posição que ocupa, ele deveria ser o primeiro a dar todo o apoio a uma imprensa livre, forte e independente. Sem um “quarto poder” que fiscalize o funcionamento das engrenagens, não há democracia que funcione a pleno vapor.
Comente (25)19 de March de 2010
Em artigo na Folha, nesta semana, a ex-prefeita Marta Suplicy fez fortes críticas à política de ação social da prefeitura de São Paulo.
Embora tenha dado ao seu texto um tom de confronto eleitoral, Marta acerta na mosca quando diz que o desmantelamento das obras sociais é a causa do aumento recente dos moradores de rua.
A vice-prefeita Alda Marcantonio é a responsável por essa calamidade. Mas, no fim das contas, o prefeito Kassab, que a colocou na sua chapa e a deixa agir sem contestá-la, é quem deve responder pelo que está acontecendo.
Leia alguns trechos do artigo de Marta Suplicy:
“Como explicar que um universo estimado em aproximadamente 650 pessoas sem lugar nos abrigos em 2002 tenha se multiplicado e se transformado hoje em um mundo de cerca de 6.000 pessoas sem ter lugar para onde ir?
Como explicar de outra maneira que a maravilhosa Oficina Boracea tenha sido desativada por quem hoje governa São Paulo? Numa área de 17 mil m2, eram atendidas 2.000 pessoas por dia: abrigo, refeição, telecentro, atendimento especial para idosos, oficinas profissionalizantes e até canil para os carroceiros.
Havia um conjunto de ações voltados à emancipação e à proteção de 490.401 famílias na cidade. O que vemos agora é que o Renda Mínima, que, somado a mais benefícios sociais (Bolsa Família, Bolsa Escola e Renda Cidadã), sem dupla contagem, atendia um universo de 323.792 famílias, hoje deixa de atender muitos.
A inadequação dos programas sociais desenvolvidos atualmente pelo poder público é a principal causa do fenômeno do aumento de moradores de rua em SP”.
Comente (21)17 de March de 2010
“A história se encarregará de colocá-lo em seu lugar. Não é um democrata”.
Do dissidente cubano Guillermo Fariñas, em greve de fome pela libertação de 26 presos políticos, sobre o presidente Lula da Silva.
Não me lembro de ter ouvido uma declaração tão contudente contra um presidente brasileiro em meu tempo de vida. E olha que eu tenho 52 anos. E olha que eu vivi os anos do regime militar…
Comente (29)17 de March de 2010
Lá no twitter tem neguinho argumentando que “o petróleo e as riquezas da plataforma continental são estabelecidos constitucionalmente como sendo da União”.
Mas a verdade é que o Estado do Rio de Janeiro está sendo tungado de forma vergonhosa nessa história dos royalties do pré-sal.
Não é possível que um projeto dessa magnitude seja discutido em regime de urgência.
Não é possível decidir a partilha dos ganhos do petróleo dessa maneira atabalhoada, em ano eleitoral, só porque convém ao governo.
Ou porque o governador do Rio de Janeiro não sabe defender os interesses do seu Estado.
E São Paulo, que logo mais também terá interesse nessa história de petróleo, quietinho, quietinho.
Vai entender…
Comente (19)17 de March de 2010
Vagner Love é escoltado por traficantes em baile funk… Inquérito apura compra de motos para traficante pelo jogador Adriano… O cantor Belo bem que poderia dar umas palavrinhas de aconselhamento a esses dois otários, né não?
E, pra Copa, será que o Dunga leva quem se dá com bandido? O que você acha, doce internauta: se ficar provado que essa promiscuidade entre o tráfico e os jogadores realmente existe, eles devem ir à África do Sul ou ser afastados?
É mais importante ganhar a Copa ou dar o exemplo?
Comente (32)Ouça meu boletim na rádio BandNewsFM
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